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Após STF impor controle mais rigoroso de emendas, Tesouro Nacional toma medida para facilitar rastreio

por Redação
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Tesouro atualizou classificação das fontes ou destinações de recursos a serem utilizadas, e incluiu codificação específica destinada à identificação das emendas parlamentares. Objetivo é deixar mais clara origem e fluxo desses recursos. A Secretaria do Tesouro Nacional publicou portaria no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (12) que facilita o rastreio de emendas parlamentares, ou seja, recursos destinados por deputados e senadores para seus redutos eleitorais a partir de recursos do orçamento. O órgão informou ter atualizado a classificação das fontes ou destinações de recursos a ser utilizada por Estados, Distrito Federal e municípios para incluir codificação específica destinada à identificação das emendas parlamentares. Foi criada uma informação Complementar Emendas Parlamentares (EP) e incluídos novos códigos de acompanhamento. O governo argumenta que, desta forma, “será possível identificar com mais clareza a origem e o fluxo desses recursos nas diferentes etapas da gestão orçamentária e financeira dos estados e municípios”. A nova regra tem efeitos para a elaboração e execução dos orçamentos de 2027. A falta de informações sobre a destinação das emendas é uma das principais críticas ao poder do Congresso sobre o Orçamento federal. Hoje, as emendas somam cerca de R$ 50 bilhões por ano. Em 2019, o valor era inferior a R$ 20 bilhões. Veja os vídeos que estão em alta no g1 “A atualização promovida pela Portaria traz avanços relevantes para a governança fiscal e para a qualidade das informações das contas públicas. Entre os principais benefícios da medida estão a identificação mais clara dos recursos provenientes de emendas parlamentares e a melhoria no monitoramento da execução orçamentária e financeira, permitindo acompanhar com maior precisão o fluxo desses recursos”, informou o Tesouro Nacional. Segundo o governo, a portaria também “fortalece os mecanismos de controle e fiscalização ao facilitar a rastreabilidade das despesas associadas às emendas e aperfeiçoa a prestação de contas à sociedade, com informações fiscais mais detalhadas e qualificadas”. Congresso aprova LDO com calendário de pagamento de R$ 13 bilhões em emendas parlamentares até as eleições de 2026. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Ops!

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