Nossa equipe esteve no local, e segundo apuração, o cenário tem alimentado a revolta de quem depende do atendimento público. O sentimento predominante, relatado por usuários, é de que a população não quer promessas, mas sim soluções imediatas para o bom funcionamento da unidade.
Um ponto considerado ainda mais grave surgiu em conversas reservadas: funcionários ouvidos “em off” disseram que estariam proibidos de falar sobre a situação real da UPA, especialmente para a imprensa. A informação reforça a percepção de falta de transparência e aumenta a pressão por explicações oficiais. Para pacientes e familiares, saúde pública não pode ser tratada como assunto proibido.
A cobrança agora se concentra no encaminhamento do ofício: quais providências serão tomadas, em que prazo, e como a Secretaria vai garantir que os problemas sejam corrigidos com clareza e prestação de contas.
A comunidade segue mobilizada e pede acompanhamento contínuo do caso. Saúde é direito da população e dever do município — e o silêncio, para quem está na fila, não é resposta.
Serviço
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Matéria: Gilberto Cruz
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