Veja abaixo quais foram as principais mudanças. 💰 Novos limites de renda por faixa As faixas do programa foram ampliadas, permitindo que mais famílias participem: Faixa 1: de R$ 2.850 para até R$ 3.200Faixa 2: de R$ 4.700 para até R$ 5.000Faixa 3: de R$ 8.600 para até R$ 9.600Faixa 4: de R$ 12.000 para até R$ 13.000 Na prática: mais famílias passam a se enquadrar no programa. Veja os vídeos que estão em alta no g1 🏠 Novos valores máximos dos imóveis Também houve aumento no teto dos imóveis financiados nas faixas mais altas: Faixa 3: de até R$ 350 mil para até R$ 400 milFaixa 4: de até R$ 500 mil para até R$ 600 mil Na prática: a medida amplia o tipo ou tamanho de imóvel que pode ser financiado. Outros benefícios O MCMV oferece subsídios e juros que variam de 4% e 10% ao ano, que varia conforme a renda familiar mensal bruta e o ano orçamentário da contratação. Ao oferecer taxas mais baixas do que as praticadas pelo mercado, o programa habitacional se tornou uma importante alternativa em meio ao encarecimento do crédito, conforme já mostrou o g1. Hoje, o financiamento imobiliário tradicional está em torno de 12%. O custo é puxado pela Selic, a taxa básica de juros do país, atualmente em 14,75% ao ano. 🏠 Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda. Além das mudanças no programa habitacional, o colegiado também aprovou a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte). Prefeitura anuncia inscrições para o Minha Casa, Minha Vida — Foto: Divulgação/PMBV
Imóveis de até R$ 600 mil, até R$ 13 mil de renda: o que muda com novo teto do Minha Casa, Minha Vida
Imóveis de até R$ 600 mil, até R$ 13 mil de renda: o que muda com novo teto do Minha Casa, Minha Vida