Realizada pelo Tesouro Nacional em parceira com a B3 e com apoio do Ministério da Educação, Banco Central, FGC, Fin, Consed e UNDIME, a Olitef tem como objetivo promover a educação financeira entre os estudantes brasileiros da Educação Básica, tanto de escolas públicas quanto particulares do 6º ano do Ensino Fundamental até o 3º ano do Ensino Médio. As provas serão realizadas entre 9 a 13 de setembro, e o resultado sai em 30 de outubro. Até o momento, mais de 13 mil escolas já estão inscritas, sendo 86% escolas públicas e 14% escolas privadas, estando presente em 60% dos municípios brasileiros. De acordo com o Tesouro Nacional, serão distribuídos mais de R$ 11,5 milhões em prêmios neste ano, sendo que R$ 4 milhões serão destinados aos 10 mil alunos mais bem colocados. “Os premiados receberão, cada um, R$ 400,00 em títulos públicos Tesouro Selic para que eles possam começar a investir. Tanto alunos de escolas privadas quanto de escolas públicas, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA), estão aptos a participar e concorrer a essa premiação”, informou o órgão. Além disso, serão sorteadas 54 escolas públicas — duas por estado — para receber kits educacionais no valor de R$ 100 mil. As escolas públicas poderão escolher um laboratório de informática, robótica, ciências; entre outras opções. O diretor e até quatro professores de cada umas 54 escolas sorteadas receberão R$ 8 mil cada em Títulos Públicos. Para o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, a Olitef é uma ferramenta de transformação social que busca desenvolver nos jovens a capacidade de tomar decisões financeiras conscientes e responsáveis. “A Olitef planta essa semente desde cedo, formando uma geração preparada para os desafios do futuro, e levando esse conhecimento adquirido pelo aluno ao seu seio familiar, que também passará a ter acesso à informação e à consciência do ponto de vista financeiro”, afirma Rogério Ceron, do Tesouro Nacional. De acordo com avaliação do diretor presidente do Instituto Brasil Solidário (IBS), Luis Salvatore, a educação financeira tem um papel central na redução da inadimplência, porque desperta a consciência, estimula o planejamento e orienta escolhas mais responsáveis no dia a dia. “Quando o cidadão entende o peso dos juros, a importância da poupança, do controle dos impulsos e das compras conscientes, ele passa a distinguir desejo de necessidade e a organizar melhor seu orçamento — conquistando não apenas estabilidade para honrar compromissos, mas também condições de realizar sonhos e projetos futuros. Reduzir a inadimplência no Brasil depende de políticas públicas e de crédito responsável, mas também — e de forma essencial — da formação de uma cultura de planejamento financeiro desde cedo”, acrescentou Luis Salvatore, do Instituto Brasil Solidário. Olimpíada do Tesouro Direto de Educação Financeira (Olitef) — Foto: Material de divulgação do Tesouro Nacional
Inscrições para Olimpíada de Educação Financeira terminam em 3 de setembro; R$ 11,5 milhões em prêmios serão distribuídos em 2025
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