Lar Todas Noticias Ministério Público investiga venda de caixas de sabão em pó falsificado em hipermercado de Campo Belo, MG

Ministério Público investiga venda de caixas de sabão em pó falsificado em hipermercado de Campo Belo, MG

por
0 comentário


Material foi apreendido pelo Procon em um hipermercado; adulteração foi comprovada pelo fabricante do produto original. Ministério Público investiga venda de caixas de sabão em pó falsificado em hipermercado
O Ministério Público investiga uma denúncia de falsificação de 62 caixas de sabão em pó em Campo Belo (MG). O material foi apreendido pelo Procon em um hipermercado. A adulteração foi comprovada pelo fabricante do produto original.
📲 Participe do canal do g1 Sul de Minas no WhatsApp
As caixas com sabão falsificado foram descobertas depois de uma denúncia feita ao Procon em janeiro deste ano. A partir daí, uma fiscalização foi feita no hipermercado.
Ministério Público investiga venda de caixas de sabão em pó falsificado em hipermercado de Campo Belo
Ministério Público de Minas Gerais
De acordo com o promotor de justiça, Carlos Eduardo Avanzini, a falsificação era quase perfeita e até mesmo os fiscais do Procon ficaram na dúvida sobre a autenticidade do produto.
A fraude só foi constatada após os fiscais detectarem o uso de cola quente para fechar a embalagem, que era de uma marca conhecida no mercado. As caixas foram recolhidas e enviadas para que o fabricante original fizesse a análise química do produto.
Segundo os laudos apresentados pela fábrica, ficou comprovado que o sabão em pó era falso. Com esse resultado, os fiscais do Procon fizeram uma nova fiscalização em quase todos os supermercados da cidade, mas não encontraram nenhum indício de adulteração.
Ministério Público investiga venda de caixas de sabão em pó falsificado em hipermercado de Campo Belo
Ministério Público de Minas Gerais
O Ministério Público instaurou um procedimento investigatório criminal para apurar as responsabilidades pela falsificação do produto. Ainda de acordo com o MP, a denúncia é sigilosa e o hipermercado vai responder a um processo administrativo. Ele também deverá apresentar as notas fiscais de compra do produto falsificado.
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, é do fornecedor a responsabilidade pela venda de produto impróprio ao consumo. Também serão apuradas as responsabilidades penais das pessoas envolvidas no caso.
Veja mais notícias da região no g1 Sul de Minas

você pode gostar

Deixe um comentário