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Novo regime tarifário dos Estados Unidos exclui aviões brasileiros de novas tarifas e zera alíquota

por Redação
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📈 Com as mudanças, os aviões brasileiros passa a contar com alíquota zero para ingresso no mercado norte-americano, antes fixada em 10%. 🛫 As aeronaves fabricadas em solo brasileiro foram o terceiro principal produto exportado pelo Brasil para os Estados Unidos em 2024 e 2025. 💰 As novas tarifas também beneficiaram outros setores, como máquinas e equipamentos, calçados, móveis, confecções, madeira, produtos químicos e rochas ornamentais. Veja aqui os produtos. 🔎 Esses segmentos deixam de enfrentar a alíquota do chamado “tarifaço” de Donald Trump e passam a competir sob a taxa global anunciada pelo presidente dos Estados Unidos, inicialmente de 10% e posteriormente mencionada como 15%, embora essa última ainda não tenha sido formalizada por meio de ordem executiva. Estimativas do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic) apontam que, com o novo regime tarifário, cerca de 25% das exportações brasileiras destinadas àquele mercado, o equivalente a US$ 9,3 bilhões, passam a estar sujeitas a tarifas de 10% ou 15%. Embraer anunciou nesta terça-feira (24) nova geração dos jatos executivos Praetor 600E e 500E — Foto: Divulgação/Embraer 🌎 Segundo o governo, nessas condições, os produtos brasileiros competem em igualdade com os de outros países submetidos à mesma alíquota. O setor agropecuário também foi impactado. Produtos como pescado, mel, tabaco e café solúvel passam a estar sujeitos a tarifas de 10% ou 15%. As tarifas impostas com base na Seção 232 não sofreram alterações e seguem em vigor. Entenda as novas regras Em resposta, no mesmo dia, Trump anunciou a aplicação de uma tarifa global de 10%. No dia seguinte, afirmou que a alíquota seria elevada para 15%. No entanto, a ordem executiva com as diretrizes da taxa de 15% ainda não foi publicada. De acordo com o governo, a corrente de comércio entre Brasil e Estados Unidos alcançou US$ 82,8 bilhões em 2025, 2,2% superior ao registrado em 2024. As exportações brasileiras somaram US$ 37,7 bilhões, enquanto as importações totalizaram US$ 45,1 bilhões, resultando em déficit comercial de US$ 7,5 bilhões para o Brasil.

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