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Orçamento 2026: governo prevê R$ 145 bilhões em receitas extraordinárias, dividendos, leilões de petróleo; veja lista

por Redação
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Orçamento 2026: governo prevê R$ 145 bilhões em receitas extraordinárias, dividendos, leilões de petróleo; veja lista Recursos estão sendo previstos pelo governo para cumprir a meta de superávit; sem essa previsão legal, governo teria de reduzir gastos em outras áreas para tentar cumprir meta. O governo federal incorporou à proposta do Orçamento de 2026 uma estimativa de receitas condicionadas, receitas extraordinárias, dividendos de estatais e leilões de petróleo no valor de R$ 145,8 bilhões no próximo ano. Os recursos estão sendo previstos pelo governo para tentar cumprir a meta de superávit. Sem essa previsão legal, o governo teria de reduzir gastos em outras áreas para tentar cumprir a meta fiscal. O texto do projeto de orçamento deste ano está sendo enviado nesta sexta-feira (29) ao Legislativo. O secretário-executivo do Ministério do Planejamento, Dario Durigan, afirmou, porém, que o governo está, em 2026, menos dependente de medidas encaminhadas ao Legislativo para confirmar os aumentos de arrecadação. Contas externas brasileiras têm déficit de US$ 7,1 bilhões, em julho A área econômica incorporou à proposta do governo federal para o Orçamento de 2026 uma estimativa de receitas condicionadas – medidas que ainda têm de ser confirmadas pelo Congresso Nacional –, receitas extraordinárias, dividendos de estatais e leilões de petróleo no valor de R$ 145,8 bilhões no próximo ano. Os recursos estão sendo previstos pelo governo para tentar cumprir a meta de superávit. Sem essa previsão legal, o governo teria de reduzir gastos em outras áreas para tentar cumprir a meta fiscal. Sem essa previsão legal, o governo teria de reduzir gastos em outras áreas para tentar cumprir a meta de um superávit de 0,25% do PIB, ou R$ 34,3 bilhões, em suas contas. O texto do projeto de orçamento deste ano está sendo enviado nesta sexta-feira (29) ao Legislativo. Maior parte dos dividendos de empresas estatais recebidos pelo governo são oriundos da Petrobras — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução Veja as medidas listadas pelo governo: Aumento de arrecadação no valor de R$ 19,8 bilhões com a redução de benefícios fiscais (concedidos a setores da sociedade), considerada uma receita condicionada, ou seja, que depende de aprovação pelo Congresso Nacional.Aumento de R$ 10 bilhões com a redução de compensações tributárias, medidas que consta na Medida Provisória 1.303, que eleva uma série de tributos. Previsão de arrecadação de R$ 20 bilhões com o PTI, chamado de Programa de Transação Integral, que permite a renegociação de débitos tributários inscritos em dívida ativa da União, com valor igual ou superior a R$ 50 milhões.Além dessas medidas, o governo considera a aprovação pelo Congresso da Medida Provisória 1.303, que elevaria a arrecadação em outros R$ 11 bilhões (além da redução das compensações tributárias, que tem estimativa de R$ 10 bilhões).O governo também prevê R$ 31 bilhões em 2026 na venda da participação da União em leilões de petróleo, modelo adotado em leilões adjacentes no fim deste ano.O Tesouro Nacional também considerou, sem suas projeções de receitas para o ano de 2026, R$ 54 bilhões em dividendos de empresas estatais. Neste ano, para tentar fechar as contas em 2025 e 2026, o governo propôs e conseguiu levar adiante, somente após decisão do Judiciário, o aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), que foi amplamente criticado pelo setor produtivo. O secretário-executivo do Ministério do Fazenda, Dario Durigan, afirmou, porém, que o governo está, em 2026, menos dependente de medidas encaminhadas ao Legislativo para confirmar os aumentos de arrecadação. Memes contra Haddad A arrecadação tem avançado nos últimos anos por conta, principalmente, de medidas aprovadas em 2023 pela equipe econômica, tais como: Ops!

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