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O naufrágio de uma embarcação em Ubatuba, no Litoral Norte, durante as fortes chuvas registradas na noite deste sábado (21) deixou duas pessoas mortas. Outros três náufragos que estavam no barco foram resgatados com vida por tripulantes de outra embarcação que navegava na mesma área, próximo ao bairro de Ponta Grossa, de acordo com as informações do Grupamento de Bombeiros Marítimo (GBMar).

A chuva provocou ainda o alagamento de cerca de 400 casas na cidade, resultando em 15 famílias desabrigadas e 15 desalojadas. Três escolas ficaram alagadas: EMEI Professora Alba Regina Torraque da Silva e a Escola José de Souza Simeão, no bairro Taquaral; e a Escola Nativa Fernandes de Faria, no Sertão da Quina. Segundo a Defesa Civil o índice pluviométrico na cidade atingiu ao 151 milímetros (mm).

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O trecho entre o quilômetro (Km) 80 e Km 84 da Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125), na Serra de Ubatuba, foi interditado. Entre o Km 64 ao 69, acesso ao trecho de Serra em Ubatuba, há três pontos de interdição. O local foi sinalizado e o tráfego desviado para a SP-099 Rodovia dos Tamoios. As equipes do Departamento de Estradas de Rodagem (DRE) trabalham para liberar a rodovia.

Litoral Sul

Em Peruíbe a chuva chegou aos 97 mm acompanhada de vendaval, gerando enxurrada, alagamento, deslizamento de terra e solapamento de vias, com interdição temporária da Serra do Guaraú. Uma pessoa teve ferimentos leves e outra ficou desabrigada e foi levada ao abrigo da prefeitura.

Em Mongaguá a chuva intensa, com ventos fortes, provocou pontos de alagamento e quedas de árvores, mas não deixou vítimas, desalojados nem desabrigados.

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Seis pessoas morreram e nove ficaram feridas em um grave acidente envolvendo uma lancha, às margens do Rio Grande, na divisa entre Minas Gerais e São Paulo, na noite deste sábado (21), por volta das 23h30. Segundo o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, a embarcação, oriunda de Franca, no interior paulista, tinha 15 ocupantes e colidiu com a estrutura de um píer. O local do acidente fica na margem mineira do rio, no município de Sacramento.

Dos nove sobreviventes, inicialmente socorridos por equipes da Defesa Civil, três foram hospitalizados em Rifânia (SP) e os demais não tiveram ferimentos graves. Entre os mortos, estão três mulheres, dois homens e uma criança de 4 anos. As identidades não foram divulgadas.

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O piloto da lancha, que morreu no acidente, não tinha habilitação na categoria Arrais-Amador, exigida para esse tipo de transporte náutico, informou o Corpo de Bombeiros de Minas Gerais.

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As escolas de educação básica de todo o país, públicas e privadas, já podem fazer a declaração da segunda etapa do Censo Escolar 2025, que trata da situação dos alunos durante a primeira etapa da coleta da pesquisa.

Nessa etapa, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) incorpora as informações de rendimento, se aprovado ou reprovado, de cada estudante matriculado e previamente declarado e a possível movimentação dos estudantes como transferência, abandono ou óbito ao término do ano letivo de 2025.

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  • Mudanças no IR beneficiarão 73,5% dos professores da educação básica.

Os gestores das escolas de educação básica devem preencher a declaração por meio do Sistema Educacenso até o dia 30 de março.

Censo Escolar

O Inep explica que o Censo Escolar é a principal pesquisa estatística da educação básica. E a etapa de Declaração da Situação do Aluno é considerada essencial para o cálculo de indicadores educacionais, como as taxas de rendimento e de abandono escolar.

O governo federal também usa os dados para o cálculo do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), em conjunto com o desempenho no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb).

O Inep alerta que possíveis inconsistências na informação sobre rendimento dos estudantes (aprovação e reprovação) e sobre a movimentação (transferência e abandono) podem comprometer o resultado e distorcer a realidade da instituição e da rede de ensino.

Documentação

As informações declaradas na Situação do Aluno devem ter como referência a documentação existente na escola, tais como diários de classe, controle de frequência, fichas de matrícula, registros de transferência, históricos escolares, entre outros, garantindo, assim, a máxima confiabilidade no preenchimento do Censo Escolar.

A documentação pode ser solicitada a qualquer momento pelo Ministério da Educação (MEC), pelo Inep, pelo Ministério Público e/ou por órgãos de controle, acompanhamento e fiscalização.

A inclusão de informação inadequada, se comprovada omissão ou comissão, dolo ou culpa, está sujeita a processos administrativos, civis e penais, adeverte o Inep.

As escolas que iniciaram as atividades após a data de referência do Censo Escolar – escolas novas ou escolas que estavam paralisadas e retornaram ao funcionamento – devem, se houver, admitir os estudantes declarados em outras unidades na primeira etapa, mas que se matricularam posteriormente na nova unidade.

Cronograma da segunda etapa do Censo Escolar 2025:

  •       coleta: 19 de fevereiro a 30 de março;
  •       disponibilização de relatórios preliminares: 31 de março de 2026; e
  •       retificação: 31 de março a 14 de abril.

O Inep disponibiliza em seu site o material com instruções para o preenchimento da declaração ao Censo Escolar. O documento Caderno de conceitos e orientações da 2ª etapa do Censo Escolar 2025 | Situação do aluno está acessível no site do Inep.

Educação básica

A educação básica no Brasil é regulamentada pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). Essa primeira etapa educacional visa a formação cidadã dos indivíduos brasileiros e compreende três etapas sequenciais e obrigatórias, dos 4 aos 17 anos de idade:

  •       educação infantil: creches e pré-escola, para crianças de 0 a 5 anos e 11 meses de idade, sendo obrigatória para aquelas de 4 e 5 anos;
  •       ensino fundamental I e II: duração de nove anos, com estudantes de 6 a 14 anos;
  •       ensino médio regular: duração mínima de três anos, com estudantes de 15 a 17 anos.

Há ainda os alunos das modalidades da EJA e de cursos da educação técnico-profissional.

Censo Escolar

Anualmente, o Censo Escolar da Educação Básica é coordenado pelo Inep e realizado em regime de colaboração entre as secretarias estaduais e municipais de Educação, com a participação de todas as escolas públicas e privadas do país.

O levantamento abrange as diferentes etapas e modalidades da educação básica: ensino regular, Educação de Jovens e Adultos (EJA); Educação Profissional e Tecnológica (EPT); e a educação especial inclusiva, voltada a estudantes com deficiência, estudantes autistas e com altas habilidades ou superdotação.

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Mas calma, você não vai encontrar cerveja feita com isso no mercado. O objetivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), que desenvolveu o sistema, é evitar que esses dejetos poluam os rios e diminuir o uso de novas águas na produção. O Sistema de Tratamento de Efluentes da Suinocultura (Sistrates) já é adotada por alguns criadores de suínos. Nas fazendas, a água tratada não é destinada ao consumo humano. Ela é reaproveitada na faxina das instalações ou devolvida aos rios dentro dos padrões ambientais. A ideia de tornar o líquido em potável foi uma forma de demonstrar o potencial do sistema. O resultado foi positivo. No lote experimental de cerveja artesanal foram produzidos 40 litros. A bebida foi degustada em eventos científicos em 2024 e 2025. Para o mestre cervejeiro Fernando Cavassin, que provou a bebida, não há diferença no sabor causada pela água. Alternativa em meio à crise hídrica O mundo entrou em um estágio de “falência hídrica”, segundo o Instituto da Universidade das Nações Unidas (ONU) para a Água, o Meio Ambiente e a Saúde. Isso significa que já foi ultrapassado o ponto das crises hídricas temporárias. Muitos sistemas não são mais capazes de retornar às suas condições naturais históricas. Em paralelo, a agricultura é responsável por cerca de 70% da captação de água doce de todo o planeta, de acordo com o Relatório Mundial de Desenvolvimento da Água da ONU. Preocupados com esse cenário, os pesquisadores da Embrapa decidiram desenvolver o Sistrates. “É uma lógica de nós diminuirmos a demanda por esses recursos hídricos de boa qualidade”, explica o pesquisador Airton Kunz. Com o uso do sistema, é possível reduzir de 40% a 50% o uso de água nova na produção. Além da água para reúso, o processo também gera fertilizantes e energia elétrica. Em contrapartida, quando o tratamento não é feito e os dejetos chegam aos rios, ocorre poluição. Por exemplo, pode haver proliferação de algas e bactérias, deixando a água esverdeada. O volume de excrementos varia de acordo com o porte do animal e o sistema de produção. Em granjas de engorda, cada suíno produz cerca de 7 litros por dia. Já nas de reprodução, o volume chega a 20 litros por fêmea. Como cocô e xixi de porco viram água para reúso — Foto: Arte/g1 Após essas etapas, a água ainda tem coloração amarelada e não pode ser consumida. Para se tornar potável, o líquido passa por um processo químico de clarificação. A água também passa por uma remoção de patógenos, mesmo quando é apenas para reúso. Isso é importante para evitar que os animais fiquem doentes. Para a instalação dos módulos somente até a etapa de reúso, o gasto pode representar de 8% a 10% do investimento na granja, afirma Kunz. Mas, segundo o pesquisador, os custos de manutenção são baixos. Água da louça também é reaproveitada Outra tecnologia que pode ajudar a economizar água é o uso da bioágua ou águas cinzas, que são aquelas geradas pela lavagem de louça e de roupa, por exemplo, para regar a plantação. No projeto desenvolvido pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Semiárido, o produtor precisa montar um sistema em casa que joga essa água em um filtro, que irá tratá-la e depois bombear a água novamente para a plantação. Veja como é montado filtro para reúso das águas cinzas — Foto: Daniel Ivanaskas / G1 O tratamento desta água impede a contaminação do lençol freático, além de resultar em uma solução nutritiva para a planta. Contudo, existe a limitação do quantos litros a família usa. Portanto, atende apenas uma área pequena de plantação. Sistema de reuso das águas cinzas montado pela Embrapa Semiárido. — Foto: Divulgação / Roseli Freire De Melo Pênis do boi vira petisco para pets e é prato afrodisíaco na Ásia

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Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), onde morreram duas onças-pintadas atropeladas no último mês de abril, corta o Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP)
Semil
A Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de São Paulo (Semil) anunciou, neste sábado (3), um investimento de R$ 23 milhões em iniciativas para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Parque Estadual do Morro do Diabo, em Teodoro Sampaio (SP).
Entrarão em operação quatro novos radares de controle de velocidade dos veículos, além dos dois já existentes, totalizando seis em funcionamento, ao longo da Rodovia Arlindo Béttio (SP-613), via que corta o parque, e serão construídas três novas passagens subterrâneas de fauna, com dimensões para animais de maior porte e direcionamento dos bichos.
Também serão implantados 30 quilômetros de cercas de segurança ao longo da via e outros 10 quilômetros na Estação Ecológica do Mico-leão-preto.
Ainda foi anunciada a instalação de um Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) no Oeste Paulista para o atendimento de bichos atropelados e apreendidos.
As medidas foram anunciadas após duas onças-pintadas terem morrido atropeladas na Rodovia Arlindo Béttio em um intervalo de menos de uma semana no último mês de abril. O primeiro caso, no dia 23 de abril, havia vitimado um filhote de aproximadamente nove meses de idade, no km 16. O segundo atropelamento, no dia 28 de abril, tinha causado a morte de uma onça-pintada com cerca de dois anos, no km 15. Os felinos pertenciam a uma espécie ameaçada de extinção.
Neste sábado (3), a secretária estadual de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, Natália Resende, visitou o parque e vistoriou a SP-613, que atravessa a área da unidade de conservação da Mata Atlântica.
“Esse é um ótimo exemplo de política transversal e integrada da Semil, a partir de uma iniciativa em prol da preservação da fauna local, unindo um dos braços ambientais da secretaria, a Fundação Florestal, e o Departamento de Estradas de Rodagem [DER]”, comentou.
Não foram estabelecidos prazos para a execução das medidas anunciadas pelo Estado, mas apenas um cronograma que seguirá até 2026.
Os prazos ainda estão indefinidos porque, segundo o Estado, dependem de procedimentos burocráticos, como a elaboração de projetos e a abertura de licitações.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Mata Atlântica
Localizado no Pontal do Paranapanema, no extremo oeste do Estado de São Paulo, e próximo ao bioma do Cerrado, o Parque Estadual do Morro do Diabo é um dos raros trechos de Floresta de Planalto do país, abrangendo quase 34 mil hectares de Mata Atlântica interiorana.
O parque abriga espécies ameaçadas de extinção, como anta, queixada, bugio, puma e onça-pintada, além de ser o lar da maior população livre do mico-leão-preto, uma espécie de primata entre as mais ameaçadas do planeta. Além disso, a unidade de conservação possui a maior reserva de peroba-rosa do país, desempenhando um papel importante nos trabalhos de reflorestamento e recuperação de áreas degradadas.
Além de ser utilizado para atividades de lazer e esporte, o Parque Estadual do Morro do Diabo desempenha um papel importante nas pesquisas científicas. O parque serve como base para o Programa Monitora BioSP, da Fundação Florestal, instituição ligada à Semil.
Os estudos realizados no parque fornecem subsídios para a tomada de decisões, não apenas para a proteção de espécies e a conservação da biodiversidade, mas também para a implementação de ações relacionadas ao aumento da cobertura vegetal e à redução da fragmentação das paisagens. Isso contribui para ampliar os serviços ecossistêmicos e ambientais das unidades de conservação e das zonas de amortecimento.
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Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Em 2022, o governo de São Paulo realizou investimento de R$ 6 milhões na reforma das edificações do Parque Estadual do Morro do Diabo. Essas melhorias incluíram a revitalização do centro de visitantes, alojamentos, hospedarias, playground e museu. Além disso, recursos foram destinados para aprimorar as áreas das churrasqueiras e pontos de apoio para atividades de camping, bem como para receber motorhomes e trailers.
O Morro do Diabo é considerado um dos quatro “parques-modelo” do Estado, ao lado dos parques estaduais da Ilha Anchieta, em Ubatuba (SP), da Ilha do Cardoso, no Vale do Ribeira, e de Intervales, na Serra de Paranapiacaba.
Oferece atrações como a Trilha do Morro do Diabo, que conduz ao topo da montanha e proporciona uma vista panorâmica exuberante. Também está disponível a ciclorrota Caminho das Onças, um percurso de 51 quilômetros. Além disso, o parque conta com trilhas inclusivas, como a Trilha da Lagoa Verde, que pode ser percorrida utilizando cadeiras Julietti, especialmente projetadas para pessoas com limitações físicas.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
Murilo Zara/TV Fronteira
Risco de extinção da onça-pintada
A onça-pintada (Panthera onca) é o maior felino do continente americano. Tem até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros de altura. Os machos pesam cerca de 20% a mais do que as fêmeas, podendo chegar a 135 quilos.
A onça-pintada pode viver em vários tipos de hábitats, desde que uma parte da vegetação seja densa. É um animal solitário e territorial. Tem hábitos noturnos. Pode ocupar áreas de 22 km² a mais de 150 km² (dependendo da disponibilidade de presas).
A espécie era encontrada desde o sudoeste dos Estados Unidos até o norte da Argentina. Mas está oficialmente extinta nos Estados Unidos e já é uma raridade no México.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
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Na onça-pintada, ocorre também o fenômeno do melanismo, comum em outros felinos. A coloração amarela é substituída por uma pelagem preta. Dependendo da luz em que o animal se encontra, percebem-se as rosetas. O animal na forma melânica é chamado de onça-preta.
As populações vêm diminuindo devido ao confronto com atividades humanas, como a pecuária. A espécie é classificada pela União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN) e pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) como vulnerável e está no Apêndice I da Convenção sobre o Comércio Internacional de Espécies de Fauna e Flora Selvagem Ameaçadas de Extinção (Cites).
Ou seja, o risco de extinção está associado ao comércio e sua comercialização só é permitida em casos excepcionais, mediante autorização expressa.
Governo do Estado anunciou neste sábado (3), em Teodoro Sampaio (SP), um investimento de R$ 23 milhões para aumentar a segurança da biodiversidade no entorno do Morro do Diabo
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Imagem de arquivo mostra o meio ambiente em Fernando de Noronha
Admistração de Fernando de Noronha/Divulgação

Fernando de Noronha comemora a Semana do Meio Ambiente com uma programação gratuita que começa na quinta-feira (1º) e segue até o dia 7 de junho. São realizadas expedições, gincanas, trilhas e debates. Segundo os organizadores, o objetivo do evento é colocar o tema da conservação em pauta.
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A abertura da programação acontece às 17h no Forte Nossa Senhora dos Remédios. Participam a administradora da ilha, Thallyta Figuerôa; a secretária de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Fernando de Noronha, Ana Luiza Ferreira; e a chefe do Instituto Chico Mendes da Biodiversidade (ICMBio), Carla Guaitanele.
Programação
Sexta-feira (2):
🛬 Às 8h: O Aeroporto Carlos Wilson recebe uma ação de divulgação do programa Plástico Zero. O programa, criado em 2019, determina a redução do uso de descartáveis e plásticos na ilha. Os turistas vão receber informações do trabalho em Noronha para reduzir a geração de resíduos.
🐬Às 17h: O painel interativo “Conservação oceânica: o desafio perante o aumento do lixo marinho” é realizado no Forte dos Remédios. O encontro conta com a participação do oceanógrafo do Projeto Golfinho Rotador, José Martins.
Sábado (3):
🌳 Das 8h às 11h: A Gincana Ambiental ocorre na Praia da Conceição, com atividades ambientais para crianças.
🐢 Das 16h às 18h: Uma roda de conversa acontece na Praça Tamar, com contos de temas ecológicos.
Domingo (4):
🏝️ Das 8h às 12h: Expedição à Ilha Rata, a segunda maior do arquipélago, que faz parte do Parque Nacional Marinho e só pode receber visitação com autorização especial do ICMBio.
5 de junho:
☕ A partir das 6h: No Dia Mundial do Meio Ambiente, as atividades começam com ioga e café da manhã, no Mirante do Boldró. Temas ambientais são abordados com os alunos da Escola Arquipélago, durante o dia de aula.
🌊 A partir das 18h: Comemoração dos 37 anos da Área de Proteção Ambiental, também no Mirante do Boldró.
6 de junho:
🦈 A partir das 17h: O painel “Desafio na conservação da biodiversidade marinha: dos tubarões ao peixe-leão” é realizado no Forte dos Remédios, com a participação de especialistas como Rhiel Venuto, representante do ICMBio.
7 de junho:
🌤️ Às 17h: O Forte dos Remédios recebe o painel “Necessidade da resiliência e adaptação às mudanças do clima”, com a participação de Dalla Bell, representante da Secretaria de Meio Ambiente.
A programação é realizada em parceria pela Administração da Ilha, pelo ICMBio, pela Secretaria do Meio Ambiente, pelo Forte Noronha, pela Escola de Surfe Alma Solar, pelo Projeto Golfinho Rotador, pela Escola Arquipélago e pelo Projeto Tamar.
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Dança do Turé na aldeia Manga, etnia Karipuna, em Oiapoque
Mário Vilela/Funai
A Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab) e a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) se manifestaram contra a exploração de petróleo pela Petrobras na bacia da Foz do Rio Amazonas, no litoral do Amapá, extremo norte do Brasil.
A declaração foi divulgada em um documento que destacou o impacto socioambiental nas terras indígenas e as mudanças climáticas globais em função da exploração petrolífera.
Manguezais, corais e terras indígenas: conheça a foz do Amazonas alvo da disputa
As organizações disseram que este tipo de empreendimento não converge com o discurso de valorização da região amazônica e fizeram críticas aos apoiadores.
“Para nós, é impossível que um governo se comprometa em ter uma política ambiental que combate as mudanças climáticas e, ainda assim, se posiciona a favor do licenciamento de projetos que terão impacto socioambiental e aumento do uso de combustíveis fósseis, um dos maiores gargalos para barrar a crise climática”, escreveram.
Em 14 de maio, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) negou licença para a Petrobras iniciar a exploração petrolífera na bacia da Foz do Rio Amazonas.
O órgão informou que o plano da Petrobras para a área não apresenta garantias para atendimentos à fauna em possíveis acidentes com o derramamento de óleo, e que viu lacunas na previsão de impactos da atividade em três terras indígenas em Oiapoque.
Infográfico mostra o local em que a Petrobras quer explorar petróleo na bacia da Foz do Amazonas
Editoria da Arte/g1
A Petrobras declarou que atendeu a todos os requisitos do Ibama no processo de licenciamento e que a área em que pretende perfurar o poço está a 175 km costa do Amapá e a mais de 500 km da foz do Rio Amazonas.
O Ministério de Minas e Energia declarou que recebeu a decisão do Ibama com naturalidade e respeito, e que o poço, de pesquisa, serviria para reconhecimento do subsolo e das potencialidades da região.
Na primeira manifestação sobre o assunto, Lula (PT) disse nesta segunda-feira (22) achar difícil haver algum problema para a Amazônia, mas que ainda avaliaria o caso.
Aldeia Manga, Amapá, Oiapoque
Ibge/Divulgação
O texto, que também carrega a logo da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Amapá e Norte do Pará (Apoianp), descreve que “não há lógica em possuir um discurso de sustentabilidade e desejar ‘explorar’ recursos em detrimento da vida de toda a humanidade”.
As organizações citam também que apenas a preservação das florestas em pé não deve ser suficiente para impedir que o planeta ultrapasse o aumento de 1,5º, considerado o “limite seguro” das mudanças climáticas.
Terras indígenas localizadas no extremo norte do Amapá
Crianças e adultos participam da soltura de tracajás nas terras indígenas de Oiapoque
Marcelo Domingues/Instituto Iepé
De acordo com Renata Lod, vice coordenadora do Conselho de Caciques dos Povos Indígenas do Oiapoque (CCPIO), 4 povos vivem no litoral do estado: Karipuna, Galibi Marworno, Galibi Kali’ na e Palikur-Arukwayene.
Ao todo, são cerca de 13 mil indígenas vivendo em 3 Terras demarcadas e homologadas (TI Uaçá, TI Jumina e TI Galibi).
As TIs são compostas por 56 comunidades dentro de uma área contínua de 518.454 hectares, organizada em 5 regiões: BR-156, Rio Oiapoque, Rio Uaçá, Rio Urukawá e Rio Curipi.
Terras indígenas podem ser afetadas por exploração na costa do Amapá
Maksuel Martins/Secom
Veja o plantão de últimas notícias do G1 Amapá
VÍDEOS com as notícias do Amapá:

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dono-de-loterica-e-assaltado-quando-seguia-com-r$-42-mil-para-depositar-em-montes-claros


Viatura da Polícia Militar de Minas Gerais, dez 2023
Raquel Freitas/TV Globo
O proprietário de uma lotérica em Juramento foi assaltado enquanto seguia com mais de R$ 42 mil para depositar em Montes Claros nesta quarta-feira (18).
A vítima, de 43 anos, disse à Polícia Militar que seguia de moto pela MG-308 quando percebeu que havia dois homens parados na rodovia. Ao passar pela dupla, foi perseguido por eles.
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Em um determinado momento, a moto do empresário foi emparelhada pelo outro veículo. O garupa desceu apontando uma arma para ele, ordenando que encostasse.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Após fazerem ameaças, os assaltantes fugiram no sentido Montes Claros levando a mochila com o dinheiro.
A vítima disse que não conseguiu visualizar a placa da moto, que estava tampada com um adesivo.
A PM fez buscas, inclusive com o apoio do helicóptero, mas nenhum suspeito havia sido preso até a última atualização desta reportagem
Vídeos do Norte, Centro e Noroeste de MG
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A dupla Edson & Hudson se apresenta em Uberlândia no domingo
Marcos Hermes/ Divulgação
O fim de semana chegou e o G1 preparou uma lista de eventos para todos os gostos. Tem festa junina com show de Edson e Hudson, festival para comemorar o Dia do Amigo e muito mais. Veja a programação de Uberlândia e Patrocínio, no Alto Paranaíba.
Uberlândia
Confira a programação
Patrocínio
Confira a programação

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