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O Fluminense abriu uma importante vantagem sobre o Vasco nas semifinais do Campeonato Carioca. Jogando na noite deste domingo (22) no estádio Nilton Santos, o Tricolor das Laranjeiras derrotou o Cruzmaltino pelo placar de 1 a 0. Após o final da partida, que foi transmitida ao vivo pela Rádio Nacional, o técnico Fernando Diniz foi demitido do comando da equipe de São Januário.

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A equipe comandada pelo técnico argentino Luis Zubeldía foi superior durante o confronto e garantiu a vitória graças a gol do colombiano Serna. Nos últimos momentos do confronto, o Fluminense teve que lidar com a desvantagem numérica, após a expulsão do volante uruguaio Facundo Bernal.

O Tricolor das Laranjeiras e o Vasco voltam a medir forças no próximo domingo (1), a partir das 18h (horário de Brasília), no estádio do Maracanã, na partida de volta das semifinais do Carioca.

Flamengo

Já no estádio do Maracanã, o Flamengo, que entrou em campo sob desconfiança de sua torcida, derrotou o Madureira pelo placar de 3 a 0 em meio a algumas vaias. Os gols foram marcados por Luiz Araújo, Arrascaeta e De la Cruz. Agora, o Tricolor Suburbano e o Rubro-Negro da Gávea voltam a se encontrar no dia 2 de março, a partir das 21h, para decidirem quem avança à decisão da competição.

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O carnaval do Rio de Janeiro reafirmou seu compromisso com a inclusão e a diversidade, levando ao público da Marquês de Sapucaí nesse sábado (21), abrindo o desfile das campeãs de 2026, a Embaixadores da Alegria, primeira escola de samba do mundo dedicada às pessoas com deficiência. Celebrando 20 anos de existência, a Embaixadores da Alegria reúne em torno de 1.200 componentes, entre pessoas com e sem deficiência.

A proposta dos fundadores da agremiação, Paul Davies e Caio Leitão, é utilizar cultura, samba, arte e educação como instrumentos de inclusão social, ampliando oportunidades e quebrando estigmas. O samba enredo deste ano, “20 anos de alegria abrindo alas para a diversidade”, tem como autores Pretinho da Serrinha e Fred Camacho. A bateria tem 280 ritmistas.

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Na ala dedicada à saúde mental, o destaque foi o Centro Psiquiátrico do Rio de Janeiro (CPRJ), unidade gerida pela Fundação Saúde, sob administração da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES-RJ), que desfila com a Embaixadores da Alegria desde 2009.

Este ano, participaram da ala do CPRJ 45 integrantes, entre profissionais de saúde, residentes médicos e pacientes dos projetos da instituição, entre os quais o grupo musical Harmonia Enlouquece, formado por pacientes psiquiátricos, que completará 25 anos de existência em abril próximo, o Bem-arteiras, o Programa de Atenção à Terceira Idade (Pater) e o Programa de Geração de Renda.

Com 65 músicas gravadas e um quinto álbum em preparação, denominado provisoriamente O Quinto dos Infernos, o grupo já contou com cerca de 70 integrantes ao longo de sua trajetória.

Superação

O diretor-geral do CPRJ, médico psiquiatra Francisco Sayão, ressaltou que as limitações da deficiência não impedem a capacidade de sentir alegria.

“Estar na Avenida é afirmar que ninguém está sozinho. A doença pode impor limitações, mas não define a capacidade de sentir alegria, criar, conviver e ocupar espaços. Quando desfilamos juntos, mostramos que é possível superar dificuldades, vencer o medo do julgamento e romper com o rótulo da incapacidade. O Carnaval nos dá essa força coletiva, cada um acreditando que pode se divertir e mostrar ao mundo que saúde mental também é potência de vida”, disse.

Localizado na Gamboa, bairro da região central do Rio, o CPRJ aposta na escuta, na cultura e no protagonismo do paciente, tornando-se um modelo de referência para o setor da saúde mental. A unidade rompeu com práticas excludentes e investe em atividades que mantêm os usuários em constante interação.

A saúde mental foi representada também na Embaixadores da Alegria pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Ipub/UFRJ), pelo Instituto Municipal Philippe Pinel e pelo Instituto Cultural Dona Ivone Lara, fortalecendo a rede pública de atenção psicossocial no estado.

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O filme brasileiro Feito Pipa, dirigido por Allan Deberton, foi premiado no Festival Internacional de Cinema de Berlim, que começou no dia 12 de fevereiro e se encerra neste domingo (22).

O longa conquistou o Grand Prix do Júri Internacional de Melhor Filme da mostra oficial Generation Kplus e o Crystal Bear (Urso de Cristal), concedido pelo Júri Jovem.

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Ao lado de Deberton trabalharam no filme o produtor Marcelo Pinheiro, o roteirista André Araújo e a diretora assistente e produtora de casting Luciana Vieira. O ator Lázaro Ramos participa do filme interpretando Batista, o pai de Gugu, vivido pelo ator Yuri Gomes.

 


Salvador (BA), 08/08/2025 - O ator e escritor Lázaro Ramos conversa sobre literatura e os livros lançados por ele no espaço infantil Maber Velloso durante a Festa Literária Internacional do Pelourinho - Flipelô, no centro histórico de Salvador. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Salvador (BA), 08/08/2025 –  Lázaro Ramos participa do filme interpretando Batista. Foto-arquivo: Rovena Rosa/Agência Brasil – Rovena Rosa/Agência Brasil

Feito Pipa

O filme conta a história de Gugu, um menino de 12 anos, que sonha em se tornar um grande jogador de futebol. Criado por sua a avó Dilma (Teca Pereira), uma professora aposentada que o educa de forma livre e afetuosa, sem se preocupar com os julgamentos dos moradores da cidade. Gugu evita morar com seu pai, com quem não tem uma boa relação devido à sua ausência.

Neto e avó vivem nas proximidades de uma barragem que, após a água baixar devido anos de seca, aparecem ruínas de uma cidade antiga. Com isso, as memórias de um passado traumático começam a despertar em Dilma os primeiros sinais de Alzheimer. Gugu então tenta esconder de seu pai a doença da avó.

Para o júri, o filme conquista por ter uma narrativa vibrante e com o protagonista jovem multifacetado, confiante e feroz; e com as formas frequentemente bem-humoradas e comoventes com que aborda suas questões existenciais. Os jurados também destacaram a interpretação de Yuri Gomes e Teca Pereira.

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bico-de-furar-bambu,-ninhos-nunca-vistos:-conheca-a-ave-rara-e-exclusiva-da-amazonia-ameacada-de-extincao


Choca-de-garganta-preta macho
Carlos Alexandre
Com apenas 17 centímetros e 31 gramas, o choca-de-garganta-preta carrega uma importante mensagem: a preservação da Amazônia é essencial para a manutenção da biodiversidade do mundo. Isso porque essa ave específica é exclusiva da região amazônica e está em alto risco de extinção antes mesmo que detalhes do seu comportamento tenham sido descobertos.
Os registros do animal são raros e os estudos sobre ele são escassos. Até hoje, por exemplo, não se sabe como são seus ninhos porque nenhum deles foi encontrado. Também não existem informações quanto aos seus hábitos e métodos de reprodução.
“Proteger a Amazônia é o ponto chave, na minha opinião. Sem isso a gente acaba perdendo diversas espécies que a gente nem mesmo conseguiu entender completamente como elas vivem, o que elas fazem. Com o desmatamento avançando tão rápido, a gente pode acabar perdendo espécies que a gente nem chegou a descobrir ainda”.
A fala é de Wellington Nascimento, biólogo e guia de observação de aves. Ele e outros cientistas e amantes de pássaros fizeram um registro raro de um choca-de-garganta-preta em Porto Velho, durante um evento mundial de observação de pássaros realizado no último fim de semana.
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“Foi a primeira vez que vi a espécie em campo. Já tinha ido outras vezes observar ela, sem sucesso. Foi uma experiência incrível”, relembra.
A choca-de-garganta-preta é exclusivamente pertencente à região amazônica. Inclusive, seu nome em inglês é “Rondônia Bushbird”. Sua área de distribuição de estende no interflúvio do rio Madeira e Tapajós. Segundo Wellington, em Rondônia a ave já foi encontrada em Ji-Paraná (RO) e Machadinho do Oeste (RO). O registro feito em Porto Velho, no último fim de semana, é raro.
“O autor que descreveu ela diz que ela pode estar ameaçada de extinção por conta do desmatamento e pelo fato dela ocorrer numa área muito específica. Isso é muito perigoso para um espécie que, um exemplo, só vive numa floresta ‘X’. Se desmatarem aquela floresta, essa espécie deixa de existir”, comentou o biólogo.
Raro e único
O nome do choca-de-garganta-preta foi dado a ele por conta da coloração da fêmea: castanho-amarronzado com a garganta de cor preta. Já macho da espécie é completamente preto.
O bico do pássaro é adaptado para furar bambus e se alimentar de formigas que vivem dentro dos bambuzais. No entanto, o biólogo Wellington Nascimento ressalta que mais informações sobre a alimentação e moradia da ave também são pouco conhecidas.
“Quando a gente vai a campo e encontra esses bambuzais em que ela vive, todos eles são recortadinhos com um espacinho que provavelmente ela recortou para se alimentar. Até hoje não existe registros de ninhos e é o que a gente tenta estudar, com todo cuidado, tenta observar dentro do ambiente que ela vive”, aponta.
O canto da espécie é uma sequência de assovios. Wellington descreve como “calmo, tranquilo, que pode até passar despercebido para algumas pessoas”.
Áudio com o canto do choca-de-garganta-preta
A ave ocupa a categoria de vulnerável na categoria de avaliação quanto à proteção. Isso significa que ela enfrenta um risco alto de extinção na natureza.
O primeiro encontro
O registro do choca-de-garganta-preta em Porto Velho foi feito durante o “Big Day”, evento mundial de observação de pássaros.
“A gente teve a ideia: vamos lá no local ver se a gente consegue observar, porque o Raul [outro biólogo] já tinha escutado a espécie no local mas a gente não conseguia fazer o registro fotográfico nem vídeo. Então a gente ficou: ‘poxa, será que não é coisa da cabeça?’. É uma coisa tão rara que a gente acaba até duvidando de si mesmo”, relembra Wellington.
No local, os biólogos colocaram uma caixa de som tocando o canto do pássaro, a fim de que ele respondesse para demarcar território. E não precisaram esperar muito.
“Logo ela começou a cantar, a gente ficou em silêncio, esperamos um pouquinho e logo a gente conseguiu observar ela pulando entre um bambu e outro e a gente conseguiu fotografar e filmar”.

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justica-de-ro-reduz-pena-de-chaules-pozzebon,-madeireiro-apontado-como-o-maior-desmatador-do-brasil


Chaules Volban Pozzebon foi preso em 2019 em Ariquemes
Reprodução
A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) reduziu, por 2 votos a 1, a pena de Chaules Pozzebon. O madeireiro apontado como um dos maiores desmatadores do Brasil foi condenado a mais de 99 anos de prisão no primeiro julgamento, mas teve a pena reformada para 70 anos, 11 meses e 19 dias na última semana.
Os desembargadores da 1ª Câmara Criminal analisaram os recursos dos réus e decidiram afastar as acusações de extorsão contra determinadas vítimas e manter outras. Desta forma, as penas de Chaules e dos outros 11 envolvidos foram reduzidas.
Como funcionava o esquema?
Chaules é empresário na região de Ariquemes (RO), dono de mais de 100 madeireiras. Ele foi condenado por coordenar uma organização criminosa que era composta, inclusive, por policiais da ativa e da reserva, além de outros indivíduos.
Segundo o processo, existia uma porteira bloqueando o trajeto denominado “Estrada no Chaules”, que dava acesso para lotes utilizados para extração de madeira na área conhecida como Soldado da Borracha. Essa porteira era vigiada por pessoas armadas, integrantes da organização criminosa, que cobravam “pedágios” para que as vítimas passassem pela porteira.
O grupo tinha toda uma logística de informações como “olheiros”, rádios e instalação de internet. Segundo o Ministério Público, o esquema era dividido em grupos e tarefas:
Gerente de contas
Coordenador de finanças
Coordenador da porteira
Grupo armado que atuava na porteira
Núcleo de vigilância dos lotes
Núcleo de limpeza dos lotes
Chaules foi preso em 2019, durante a Operação Deforest. A investigação que culminou na operação começou a partir de denúncias feitas ao MP-RO por moradores da região do Vale do Jamari que estariam sendo ameaçados e extorquidos pelo grupo composto por empresários, policiais, pistoleiros, entre outras pessoas.
Chaules foi preso em 2019 em Ariquemes.
Polícia Federal/Reprodução
A audiência de instrução do caso de Chaules foi determinada pelo TJ-RO como “histórica” pela complexidade e duração: foram 36 dias de audiência e 96 pessoas ouvidas.
O que diz a defesa de Chaules?
Ao g1, a assessoria informou que vai recorrer da decisão tomada pela Corte para fazer valer o voto divergente do. Abaixo, leia a nota na íntegra:
“A defesa de Chaules Volban Pozzebon, conduzida pelas bancas Aury Lopes Jr. Advogados e Job Ferreira Advogados, afirma que irá recorrer da decisão tomada por maioria pela 1ª Câmara Criminal do TJRO, buscando fazer valer o voto divergente do Relator Des. Jorge Leal que analisou de forma muito mais correta e coerente com a prova produzia nos autos, absolvendo Chaules da quase totalidade das imputações e reduzindo a pena de 99 anos para 17 anos de reclusão”.
STF mantém prisão de Chaules Volban Pozzebon

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bugio-ameacado-de-extincao-chama-atencao-de-moradores-ao-escalar-torre-de-telefonia-de-30-metros-de-altura-e-invadir-casas;-veja-video


Bugio é avistado por moradores em uma torre de 30 metros, em Tupi Paulista (SP)
Um bugio (Alouatta sp) tem chamado a atenção de moradores de Tupi Paulista (SP) por conta de sua aparição na zona urbana da cidade, inclusive no topo de uma torre de telefonia celular, de aproximadamente 30 metros de altura, nos últimos dias (veja o vídeo acima). A espécie é ameaçada de extinção no Estado de São Paulo.
A comerciante Claudia Mantuanelli de Oliveira, que mora a duas quadras de distância da torre onde o animal tem sido visto, conversou com o g1, nesta quinta-feira (4), e disse que a Polícia Militar Ambiental foi acionada, mas pontuou que “não tinha o que fazer” sobre o caso.
“A vizinha [da torre] ligou para a Polícia Ambiental e eles vieram, olharam e falaram que não tinha o que fazer e que era para não alimentar ele. Ele ficou dois dias nesta torre, lá em cima. Nesta quarta-feira [3], o bugio andou no quintal da mulher, que é vizinha da torre. Depois que começaram a colocar na rede social que ele estava aqui, algumas pessoas comentaram que já faz quase um mês que o animal está aqui em Tupi, e ninguém faz nada”, explicou Claudia.
Bugio se abrigou em torre de telefonia celular de 30m de altura, em Tupi Paulista (SP)
Micheli Menegatti
A fisioterapeuta Joisiany Ceber Anselmi, que também é moradora da cidade, confirmou que o animal surgiu em Tupi Paulista há um mês.
“Já tem um mês que ele está sendo visto. Ele estava sendo visto no Jardim Primavera e, agora, ele está nesta torre. Durante o dia, pelo jeito, ele está dormindo, porque a gente não consegue achar ele. E, à noite, de tardezinha, ele já começa a aparecer”, disse Joisiany ao g1.
Joisiany disse que, nesta quinta-feira (4), o bugio estava na casa de uma conhecida dela, em cima do muro, mas o animal, em questão de segundos, saiu do local. Ela ainda citou a preocupação das pessoas com o primata.
“As pessoas estão preocupadas com ele subindo a torre e acontecer algum acidente. A nossa preocupação é ele passar por algum transtorno, se assustar, se estressar, ser atropelado, algo do tipo”, completou ao g1.
Bugio se abrigou em torre de telefonia celular de 30m de altura, em Tupi Paulista (SP)
Micheli Menegatti
Ameaça de extinção
A espécie, do gênero Alouatta, faz parte de uma família de primatas que está ameaçada no Estado de São Paulo devido a “grandes intervenções ambientais”, de acordo com o biólogo, especialista em gestão ambiental, professor e fotógrafo de natureza Helder Telles Stapait.
Nestas circunstâncias, o especialista pontuou que o animal “oferece riscos devido à extrema proximidade com a população em área urbanizada”.
“Estes animais são silvestres, selvagens, que estão em busca de lugares e condições para se estabelecerem. O motivo de ele estar aí, nesta área urbanizada, pode ser uma altíssima supressão de áreas verdes. Uma intervenção na área de preservação ambiental, florestas, qualquer fragmento de mata onde o bando possa estar estabelecido”, argumentou ao g1.
O professor também citou que, em determinados casos, o grupo pode “expulsar um indivíduo, que vai se aventurar em novas regiões e pode ser que ele adentre em áreas urbanizadas”.
Bugio se abrigou em torre de telefonia celular de 30m de altura, em Tupi Paulista (SP)
Cedida
Orientações
Stapait recomendou que as pessoas “jamais mantenham contato com estes animais”. Isso porque, quanto maior o contato, “maior vai ser a confiança deste animal se aproximar das pessoas com base na relação de troca”.
“Isso pode gerar um problema muito grande quando faltar o alimento que essas pessoas possam vir a trazer para ele, aí ele pode se tornar um animal agressivo, para adquirir o alimento, e atacar estas pessoas”, disse ao g1.
A primeira coisa que as pessoas devem fazer, ao avistarem este tipo de animal em sua propriedade, ainda conforme o biólogo, é “acionar a Polícia Militar Ambiental”.
“É extremamente importante que o Poder Público tenha conhecimento da ocorrência de avistamento destes animais na área urbanizada”, complementou.
Bugio se abrigou em torre de telefonia celular de 30m de altura, em Tupi Paulista (SP)
Micheli Menegatti
Quando o homem avança com construções, indústrias e fábricas, novas áreas acabam exploradas. “Aqui na região do Pontal do Paranapanema, nós tivemos ao longo de muitos e muitos anos, mais especificamente nos últimos 40 anos, uma enorme exploração com muitos impactos ambientais gravíssimos”, ressaltou Stapait.
“O maior inimigo dessas espécies é a intervenção humana. É essa intervenção que está inviabilizando o sucesso dessa espécie, a permanência dessa espécie, a sobrevivência deles”, destacou.
São os fatores ligados à interferência humana que podem ser um dos motivos do aumento desses registros, cada vez mais próximos da área urbana, segundo o biólogo.
Bugio se abrigou em torre de telefonia celular de 30m de altura, em Tupi Paulista (SP)
Micheli Menegatti
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Polícia Ambiental
O capitão da Polícia Militar Ambiental, Júlio César Cacciari de Moura, explicou sobre os procedimentos que foram realizados após as denúncias de que o bugio estaria na área urbana de Tupi Paulista.
“Recebemos e atendemos a solicitação de um primata da espécie bugio que adentra, por vezes, a área urbana de Tupi Paulista. Fomos ao local e, no momento do atendimento, o animal foi visualizado no alto de uma torre. A realização de contenção e captura (mecânica ou química) não é adequada no momento, por expor o animal a riscos”, pontuou Moura ao g1.
Polícia Ambiental foi acionada após denúncia sobre aparição do bugio, em Tupi Paulista (SP)
Cedida
O oficial argumentou que a Polícia Ambiental acompanha a situação “para ações, caso necessárias”, e que o animal, diariamente, “entra em alguns lotes urbanos com árvores frutíferas”.
A orientação do capitão é para “não estimular a presença do animal silvestre, não deixando alimentos disponíveis para que naturalmente ele retorne para seu habitat”. Ele ainda citou que a espécie é “bastante presente naquela região”.
Bugio também foi avistado em telhados de residências, na área urbana, em Tupi Paulista (SP)
Cedida
Defesa Civil
O coordenador da Defesa Civil de Tupi Paulista, Dorival Blini, disse ao g1 que a Polícia Ambiental foi acionada por moradores, e não pelo órgão, para localizar o bugio.
Blini ainda citou que, na próxima segunda-feira (8), a Defesa Civil irá comunicar a polícia para que as providências sejam tomadas.
Torre de telefonia celular de 30m de altura, onde bugio se abrigou, em Tupi Paulista (SP)
Micheli Menegatti
Bugio também foi avistado em muros de residências, na área urbana, em Tupi Paulista (SP)
Cedida
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Um homem de 39 anos foi morto a facadas durante uma briga em frente a um bar no bairro Boa Vista, em Manga, na madrugada deste domingo (22). A vítima foi identificada como Gleiciano Rodrigues Alves. Segundo a Polícia Militar, o dono do estabelecimento, de 51 anos, foi preso suspeito do crime.
A polícia foi chamada pouco depois da meia-noite, após moradores relatarem uma confusão na porta do bar. Quando os militares chegaram, encontraram Gleiciano caído no chão, com muito sangue ao redor do corpo. Uma equipe do Samu esteve no local e confirmou a morte.
Durante buscas pelo bairro, os militares localizaram o dono do bar em uma casa próxima, na Rua José de Alencar, com cortes na cabeça e sangramento. Ele foi levado para o Hospital Fundação Amparo do Homem do Campo, onde recebeu atendimento médico e, depois de liberado, foi encaminhado para a delegacia.
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À PM, o homem contou que Gleiciano chegou ao estabelecimento aparentemente embriagado e começou a importunar pessoas que estavam nas mesas do lado de fora.
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Segundo ele, após a discussão, cobrou uma dívida e pediu que a vítima deixasse o local. Ainda conforme o relato, Gleiciano teria ido até a própria casa, a cerca de 150 metros dali, e retornado com um pedaço de madeira e um facão.
O suspeito afirmou que foi atingido na cabeça e que, durante a briga, usou uma faca e atingiu Gleiciano no peito.
No local, foram apreendidos a faca, o facão e o pedaço de madeira que teriam sido usados na briga. O caso será investigado pela Polícia Civil.
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Droga apreendida pela PM
Polícia MIlitar
Um adolescente, de 16 anos, foi flagrado fracionando crack embaixo de um pé de manga, em Buritizeiro, nesta terça-feira (17).
Segundo a Polícia Militar, uma equipe fazia patrulhamento quando recebeu informações de que um homem — que já era conhecido pelo envolvimento com o tráfico de drogas e homicídio — havia recebido um carregamento de entorpecentes e estaria fazendo a divisão e a embalagem das substâncias em sua casa, no bairro Bandeirante.
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Um dos policiais foi para os fundos do imóvel e outros dois seguiram para a parte da frente. Pelo muro, um dos militares viu o adolescente, sentado embaixo de um pé de manga, fracionando crack. Em seguida, a PM entrou na residência, mas o jovem conseguiu fugir pulando muros.
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Conforme a PM, embaixo da árvore, foram apreendidas 101 pedras de crack, uma porção de cocaína e duas lâminas usadas para manipular a droga.
Buscas foram feitas, mas o adolescente não foi localizado.
O material apreendido foi levado para a delegacia da Polícia Civil.
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Sem policiamento ostensivo, pessoas têm medo de passar pelo hipercentro da capital mineira
Pessoas que passam pelas ruas e avenidas de Belo Horizonte durante a madrugada são obrigadas a enfrentar o medo e o risco de violência nos pontos de ônibus, nas passarelas e praças da cidade.
NNo hipercentro, bases móveis da Polícia Militar (PM) são um alívio para quem ainda circula. Mas elas só funcionam até 23h30. A partir daí, quando os policiais vão embora, é difícil se sentir seguro na capital.
A cidade vazia é um convite a quem prefere o anonimato. O MG2 flagrou uso de drogas em vários pontos do centro da cidade.
Um dos pontos mais críticos do hipercentro é a passarela que liga a Região do bairro da Lagoinha à rodoviária. A travessia é longa e escura. Em alguns pontos há lâmpadas queimadas ou nenhuma iluminação.
A Polícia Militar informou que há uma base móvel na Praça Rio Branco que funciona 24 horas e que estratégias estão sendo estudadas para melhorar a segurança na região.

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corpo-de-jovem-que-morreu-afogado-enquanto-nadava-com-amigos-e-encontrado-em-varzelandia


Lagoa onde as buscas forma feitas
Corpo de Bombeiros
O corpo de um jovem, de 20 anos, que morreu afogado enquanto nadava com amigos na zona rural de Varzelândia foi encontrado nesta quarta-feira (18).
Segundo as informações do Corpo de Bombeiros, uma equipe de Januária foi até uma propriedade rural, a cerca de 160 quilômetros, após ser acionada para uma ocorrência de afogamento.
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Testemunhas contaram que o jovem nadava com os amigos na lagoa nesta terça-feira (17) quando submergiu e não foi mais visto.
Usando equipamentos para buscas subaquáticas e de proteção individual, os militares iniciaram as buscas na manhã desta quarta, já que não havia visibilidade para atuação no período noturno.
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Conforme o Corpo de Bombeiros, logo nas primeiras horas do dia, enquanto faziam varredura no último ponto onde o jovem foi visto, a equipe o encontrou submerso a uma profundidade aproximada de cinco metros.
O corpo da vítima foi resgatado e liberado para ser levado ao Posto Médico Legal de Januária, conforme as orientações repassadas pela Polícia Civil.
“O Corpo de Bombeiros Militar reforça a importância da autopreservação, orientando a população a redobrar os cuidados em áreas com presença de lagoas, rios, represas e canais, especialmente em zonas rurais”, destacou a corporação.
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