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Trump quer reverter algumas tarifas sobre produtos de aço e alumínio, diz jornal

por Redação
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Autoridades do Departamento de Comércio e do escritório do representante comercial dos EUA acreditam que as tarifas estão prejudicando os consumidores ao aumentar os preços de produtos como formas para tortas e latas de alimentos e bebidas, segundo a reportagem. Os eleitores em todo o país estão preocupados com os preços ao consumidor, e as preocupações com o custo de vida devem ser um fator importante para os norte-americanos nas eleições legislativas de meio de mandato de novembro. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 Uma pesquisa recente da Reuters em parceria com o Ipsos mostrou que 30% dos norte-americanos aprovaram a maneira como Trump lidou com o aumento do custo de vida, enquanto 59% desaprovaram, incluindo nove em cada dez democratas e um em cada cinco republicanos. Agora, segundo o Financial Times, Trump começou a revisar uma lista de produtos afetados pelas taxas e planeja isentar alguns itens, interromper a expansão das listas e, em vez disso, lançar investigações de segurança nacional mais direcionadas a produtos específicos. A Casa Branca e o Departamento de Comércio não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da Reuters fora do horário comercial normal. Recentemente, Trump destacou seu histórico econômico na cidade de Detroit, em Michigan. O objetivo era redirecionar a atenção para a indústria manufatureira dos EUA e seus esforços para combater os altos custos ao consumidor, enquanto a Casa Branca tenta demonstrar que está lidando com as preocupações econômicas que afligem as famílias norte-americanas. No ano passado, o Departamento de Comércio dos EUA aumentou as tarifas sobre o aço e o alumínio em mais de 400 produtos, incluindo turbinas eólicas, guindastes móveis, eletrodomésticos, escavadeiras e outros equipamentos pesados, além de vagões ferroviários, motocicletas, motores marítimos, móveis e centenas de outros produtos. Tarifas impactam o Brasil Em agosto do mesmo ano, o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, participou de uma reunião na Câmara dos Deputados com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), para apresentar um conjunto de projetos de interesse do comércio exterior brasileiro. Com isso, alguns dos produtos de aço e alumínio do Brasil passaram a pagar a mesma tarifa de outros países, melhorando a competitividade nos manufaturados nacionais. “Fizemos a conta e dá US$ 2,6 bilhões de inserção de aço e alumínio nas exportações brasileiras, de US$ 40 bilhões de dólares, ou seja, 6,4% das exportações saem dos 50% e vão para a sessão do 232, o que torna igual nossa competitividade com o resto do mundo. Isso vai dar uma melhor na competitividade industrial”, disse Alckmin na época. Além disso, há efeitos variados na indústria. Para as empresas com fábricas no Brasil, os efeitos variam. De um lado, estão as companhias com forte atuação no mercado externo, que tendem a ser mais prejudicadas pela queda nas exportações. De outro, estão aquelas com foco maior no mercado interno, que sentem menos o impacto direto. No entanto, essas empresas enfrentam o desafio de lidar com o possível aumento da oferta de produtos no mercado doméstico — o que tende a pressionar os preços e reduzir as margens de lucro. Entenda mais na reportagem abaixo: *Com informações da agência de notícias Reuters.

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