Warner Bros avalia nova oferta da Paramount e reabre disputa com a Netflix

Warner Bros avalia nova oferta da Paramount e reabre disputa com a Netflix

Em comunicado, o conselho afirmou que a proposta está sendo analisada com o apoio de assessores financeiros e jurídicos. A empresa ressaltou, porém, que o acordo de fusão já firmado com a Netflix permanece em vigor e continua sendo recomendado aos acionistas. Segundo a Warner, os investidores serão informados assim que a avaliação for concluída. O valor da nova proposta não foi divulgado. Em dezembro do ano passado, a Paramount havia oferecido US$ 30 por ação, em dinheiro, diretamente aos acionistas da Warner. Veja os vídeos em alta no g1 Veja os vídeos que estão em alta no g1 A empresa também tenta responder a críticas feitas em negociações anteriores, como a necessidade de maior garantia de financiamento. A extensão do prazo para a Paramount foi autorizada pela Netflix por meio de uma isenção temporária, conhecida como “limited waiver”, que suspende provisoriamente determinadas obrigações contratuais. Pelos termos do acordo, se o conselho da Warner considerar a nova oferta superior à da Netflix, a plataforma de streaming terá quatro dias para apresentar uma contraproposta. Disputa com a Netflix Em janeiro, a Netflix anunciou uma oferta de cerca de US$ 82,7 bilhões, pagando US$ 27,75 por ação, inicialmente em uma combinação de dinheiro e ações — depois revisada para pagamento integral em dinheiro. O acordo previa a separação da unidade Discovery Global antes da conclusão da operação. 🔎 A Warner reúne estúdios e franquias muito valiosos, como Harry Potter, Game of Thrones e os personagens da DC Comics, além de um enorme catálogo de filmes e séries. A aquisição daria à vencedora mais força para competir com gigantes como Disney e Amazon no mercado de streaming. A empresa também anunciou que pretende indicar diretores para o conselho da Warner, em uma tentativa de convencer os acionistas de que sua oferta hostil é superior à proposta da Netflix. Investigação nos EUA Segundo o jornal “The Wall Street Journal”, o órgão enviou intimações a empresas do setor para obter informações sobre contratos, estratégias e os impactos da operação na disputa por talentos criativos. A Netflix afirma que a análise do governo faz parte do processo normal de revisão e nega que haja uma investigação específica por monopólio. A conclusão do negócio ainda depende de autorizações regulatórias, da aprovação dos acionistas e da separação da unidade Discovery Global.

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