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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou, neste domingo (15), o Centro de Emergência 24h do Hospital Federal Cardoso Fontes, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. A entrega faz parte do processo de reestruturação da unidade, que teve R$ 100 milhões em investimentos do governo federal para modernização.

O hospital do Sistema Único de Saúde (SUS) terá ainda R$ 610 milhões anuais para custeio de serviços de média e alta complexidade.

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Com a parceria firmada em dezembro de 2024 com a Prefeitura do Rio de Janeiro, a administração do hospital foi municipalizada e, de lá para cá, segundo o Ministério da Saúde, a unidade aumentou a capacidade de atendimentos e procedimentos.

De acordo com Lula, o hospital sempre foi utilizado politicamente, realidade que a descentralização de gestão também tem o objetivo de mudar. 

“Os hospitais federais do Rio de Janeiro sempre foram utilizados como peça de troca em campanha eleitoral. E aí se colocava um deputado para tomar conta de uma coisa, um outro deputado para tomar conta da outra, até para tomar conta do estacionamento você tinha gente que cobrava dos funcionários”, disse.

Os outros cinco hospitais federais no Rio de Janeiro também estão passando por reestruturação. Assim como o Cardoso Fontes, o Hospital Federal do Andaraí já está sob gestão municipal.

“O Ministério da Saúde, em parceria com entidades como a Ebserh, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC), a Fiocruz e universidades federais, investe na recuperação da rede federal do Rio de Janeiro para superar problemas históricos, como emergências fechadas, leitos bloqueados e déficit de profissionais”, destacou o governo.

De 2024 a 2025, foram aplicados mais de R$ 1,4 bilhão com o objetivo de ampliar o acesso a serviços de média e alta complexidade, reduzir filas, reabrir leitos e modernizar a infraestrutura, a logística e os modelos de gestão das unidades.

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inaugura na manhã deste domingo de carnaval (15) o Centro de Emergência Regional (CER) do Hospital Federal Cardoso Fontes (HFCF), em Jacarepaguá (Av. Menezes Cortes, 3.245), na zona sudoeste do Rio de Janeiro. A unidade pertence à rede do Sistema Único de Saúde e presta atendimento gratuito à população.

Conforme estabelecido em acordo de cooperação técnica firmado entre o governo federal e a prefeitura do Rio de Janeiro em dezembro de 2024, o município é responsável pela gestão do hospital. O governo federal faz investimentos para recuperação da unidade e ampliação da capacidade de atendimento, previsão de mais de 114 milhões.

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O HFCF é referência em fisioterapia oncológica, ginecologia, nefrologia (sistema urinário), pneumologia, urologia e tratamentos de insuficiência renal em crianças. A unidade faz atendimentos de alta complexidade (com tecnologia avançada e equipes especializadas) e de média complexidade (para exames, diagnóstico, terapia e cirurgias pontuais).

O Hospital Federal Cardoso Fontes foi inaugurado em 1945 por Getúlio Vargas. O médico Antônio Cardoso Fontes (1879-1943), que dá nome à unidade, foi pesquisador do bacilo da tuberculose e trabalhou na Fundação Oswaldo Cruz.

 

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta sexta-feira (13) a Lei nº 15.348, que institui o programa Gás do Povo. A iniciativa assegura gratuidade na recarga do botijão de gás de cozinha de 13 quilos (kg) para famílias inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), desde que tenham renda per capita de até meio salário mínimo.

Em nota, a Presidência da República informou que o programa busca enfrentar a pobreza energética de famílias de baixa renda, sobretudo a dificuldade de acesso ao gás liquefeito de petróleo (GLP), popularmente conhecido como gás de cozinha. A previsão do governo é que o programa esteja em pleno funcionamento em março, quando 15 milhões de famílias (cerca de 50 milhões de pessoas) serão contempladas.

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A iniciativa envolve os ministérios de Minas e Energia e do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, além da Caixa.

“Com o marco de 10 mil pontos de comercialização credenciados em menos de dois meses, uma em cada seis revendas de GLP do país está conectada à iniciativa”, destacou o Planalto.

Entenda

Para se candidatar ao programa, a família deve ser beneficiária do Bolsa Família com pelo menos duas pessoas, ter renda per capita de até meio salário mínimo e manter o CadÚnico atualizado nos últimos 24 meses. Também é preciso que o CPF do responsável familiar esteja regular e que o cadastro não apresente pendências como averiguação cadastral ou indício de óbito.

Aplicativo

No app Meu Social – Gás do Povo, as famílias podem verificar se estão elegíveis, conferir a situação do vale recarga e encontrar revendas credenciadas, além de telefones e endereços de pontos credenciados.

Para pessoas sem acesso à internet ou celular, também é possível usar o vale recarga por meio das opções: cartão do Programa Bolsa Família (com chip); cartão de débito da Caixa; informando o CPF do responsável familiar na máquina do cartão.

Canais

Beneficiários do CadÚnico podem consultar o direito ao vale recarga Gás do Povo pelos seguintes canais:

– aplicativo Meu Social – Gás do Povo

– consulta do CPF do responsável familiar na página do programa 

– Portal Cidadão Caixa 

– Atendimento Caixa Cidadão – 0800 726 0207

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A estadunidense Jenny Rodrigues, que estava na asa-delta que caiu no mar neste sábado (21), na Praia de São Conrado (RJ), não resistiu aos traumas e morreu, segundo informações do Hospital Miguel Couto.

A turista foi levada em estado gravíssimo para o pronto-socorro, onde veio a óbito.

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O piloto e dono do equipamento, que voava junto com Jenny, morreu no local.

Segundo divulgado pelo Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro, a corporação foi acionada na manhã deste sábado e seguiu para São Conrado para fazer o salvamento com o apoio de aeronaves, motos-aquáticas e ambulância.

O acidente foi registrado na 15ª DP (Gávea) e a perícia investiga os motivos da queda.

 

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Um grupo de indígenas ocupou, na madrugada deste sábado (21), o escritório do terminal que a multinacional Cargill opera no Porto de Santarém, no Pará.

Segundo o Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (Cita), o ato faz parte da série de protestos que há mais de um mês o movimento indígena vem promovendo contra o Decreto nº 12.600, de agosto de 2025, que inclui as hidrovias dos rios Madeira, Tocantins e Tapajós no Programa Nacional de Desestatização (PND).

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Enquanto representantes de comunidades indígenas paraenses e mato-grossenses ligadas à Cita bloqueavam o acesso ao terminal, a cerca de 3,2 mil quilômetros dali, em São Paulo, ambientalistas e integrantes de entidades sociais protestavam diante do escritório central da Cargill, bloqueando duas faixas da Avenida Chucri Zaidan, na Vila São Francisco, na zona sul da capital paulista.

Em nota, a multinacional classificou as duas ações deste sábado como “violentas”. Segundo a assessoria da Cargill, há 30 dias os manifestantes bloqueiam o acesso de caminhões ao terminal portuário de Santarém, apesar de a Justiça já ter determinado a desocupação da área.

Ainda de acordo com a assessoria da empresa, diante da iminente ocupação do terminal paraense, os funcionários que estavam trabalhando buscaram abrigo em um local fechado onde permaneceram em segurança até serem retirados do local.

Não há, até o momento, registros de trabalhadores ou manifestantes feridos, e a empresa informou estar checando se máquinas ou equipamentos foram depredados.

“Além disso, a companhia, que já tem ordem judicial [favorável] à desocupação [do terminal], segue em contato com as autoridades para que as providências para a desocupação sejam tomadas de forma ordeira e segura”, acrescentou a Cargill.

Indignação

Pelas redes sociais, o Conselho Indígenas Tapajós e Arapiuns afirmou que a ocupação do escritório da multinacional após mais de 30 dias acampados diante do terminal paraense foi motivada pela indignação frente a não revogação integral do Decreto nº 12.600, cujos efeitos “ameaçam a qualidade da água, a pesca, a soberania alimentar e a integridade da floresta”.

“Estamos aqui porque defendemos o direito de existir”, afirmou o Cita, argumentando que, durante a ocupação do pátio do terminal, no último mês, chegou a liberar, “de forma pacífica e organizada”, as vias de acesso e os espaços necessários à operação de carga e descarga.

“Não queremos tratar essa questão como caso de polícia. Nossa luta não é de segurança pública, mas de justiça socioambiental, responsabilidade constitucional e direitos humanos.”

A entidade indígena disse ainda que cobra das autoridades federais responsáveis, explicações sobre os critérios adotados para autorizar a “privatização dos rios da região”, bem como a realização de estudos para avaliar eventuais impactos sociais, ambientais e culturais decorrentes dos empreendimentos.

“Permaneceremos mobilizados até que haja compromisso concreto com a revogação do Decreto nº 12.600 e com a garantia de consulta prévia, livre, informada e de boa-fé antes de decidirem sobre qualquer empreendimento que avance sobre nossos corpos e nossos territórios”, concluiu a Cita.

Em nota enviada à Agência Brasil, a Secretaria-Geral da Presidência da República informou estar acompanhando a mobilização dos povos indígenas do Pará e do Mato Grosso.

A pasta afirmou que reconhece e defende o direito a manifestações pacíficas e reiterou o compromisso de, junto com outros órgãos federais, consultar, previamente, as comunidades que vivem sob a área de influência dos empreendimentos sobre os eventuais impactos sociambientais. 

“As condições técnicas para a instalação de um grupo de trabalho interministerial – com a participação de órgãos federais e representantes indicados pelos povos indígenas da região, para organizar e conduzir os processos de consulta – já estão garantidas e, conforme acordado em reunião com as lideranças do movimento, aguarda o aval dessas lideranças, no momento em que julgarem adequado”, assegurou a secretaria-geral.

Dragagem suspensa e consulta pública

No último dia 6, quando organizações indígenas e sociais já protestavam em diferentes localidades do país, o governo federal anunciou a suspensão do processo de seleção e contratação de uma empresa para realizar a dragagem do Rio Tapajós, no Pará.

Na ocasião, o governo federal informou, por meio de uma nota, que a suspensão das obras era um “gesto de negociação”, ainda que a dragagem não tivesse relação direta com o projeto de conceder a hidrovia à exploração comercial privada.

“É importante mencionar que as obras de dragagem anunciadas pelo Ministério de Portos e Aeroportos constituem ação de rotina, feitas igualmente em anos anteriores, e respondem à necessidade de garantir o tráfego fluviário na Hidrovia do Tapajós diante dos períodos de baixa das águas”, argumentou o governo.

Além disso, assumiu outros dois compromissos: instituir um grupo de trabalho interministerial com a participação de órgãos e entidades da administração pública federal e de representantes indicados pelos povos indígenas da região, para discutir, sistematizar e orientar os processos de consulta prévia às comunidades afetadas; e apresentar um cronograma para realizar as consultas, definido em comum acordo com a entidades representativas.

Em novembro do ano passado, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, já tinha assumido o compromisso de consultar os povos do Rio Tapajós sobre a destinação das hidrovias.

“Temos o compromisso, e o governo federal fará, em relação ao Tapajós, uma consulta livre, prévia e informada a todos os povos da região, antes de implementar qualquer projeto no rio. E nós, da Secretaria-Geral da Presidência da República, criaremos uma mesa de diálogo com todos esses povos, para recebê-los em Brasília e construir a solução.”

Na época, os indígenas protestarem durante a 30ª Conferência das Nações Unidas Sobre Mudanças Climáticas (COP30). 

Também em novembro, a Casa Civil garantiu que não faria qualquer intervenção nos rios Tapajós, Madeira e Tocantins sem o devido processo de licenciamento ambiental, incluindo a realização de estudos de impacto.

“É compromisso deste governo garantir ao longo do processo de estudo e licenciamento uma consulta prévia, livre e Informada às comunidades locais, indígenas, quilombolas e ribeirinhos, seguindo a Convenção 169 da OIT [Organização Internacional do Trabalho], da qual o Brasil é signatário.”

De acordo com a Casa Civil, o propósito de transferir para a iniciativa privada a responsabilidade pela manutenção da navegabilidade das hidrovias seria para garantir “um escoamento mais seguro e ambientalmente protegido”.

Matéria ampliada às 18h35 para inclusão de nota da Secretaria-geral de Presidência da República, nos 13°, 14° e 15° parágrafos

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Os brasileiros João Fonseca e Marcelo Melo se garantiram na decisão do Rio Open. A classificação foi alcançada após superarem os alemães Jakob Schnaitter e Mark Wallner por 2 sets a 1, parciais de 6/2, 2/6 e 13/11, na tarde deste sábado (21) na quadra Guga Kuerten, a principal do Jockey Club Brasileiro, que fica na Gávea, zona sul do Rio de Janeiro.

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Agora, Fonseca e Melo aguardam a outra semifinal para conhecerem seus adversários na grande decisão. O outro finalista será definido no confronto entre o alemão Constantin Frantzen e o holandês Robin Haase e entre o argentino Guido Andreozzi e o francês Manuel Guinard.

Eliminação nas simples

Um título nas duplas pode servir como uma espécie de prêmio de consolação para João Fonseca, que ficou de fora da disputa de simples após ser surpreendido, na última quinta-feira (19), pelo peruano Ignácio Buse. O brasileiro foi derrotado pelo 91º do mundo em simples por 2 sets a 1, parciais de 7/5, 3/6 e 4/6, nas oitavas de final do Rio Open.

O Rio Open é um torneio nível ATP 500, o terceiro em importância no circuito, que dá 500 pontos ao campeão no ranking. Apenas os eventos de nível ATP 1000 e os Grand Slams (Aberto da Austrália, Roland Garros, Wimbledon e US Open) têm peso maior.

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O prefeito de Cajamar, Kauãn Berto (PSD) anunciou a expansão do Projeto Movimenta Cajamar – Edição Verão, ampliando as atividades esportivas para novos bairros do município. Além do tradicional ponto de encontro no Campo do 12, no Polvilho, agora os moradores também poderão participar das ações em Jordanésia, KM 43, Cajamar Centro e Ponunduva.

O projeto tem como principal objetivo promover saúde, bem-estar e inclusão social por meio do esporte, incentivando hábitos saudáveis e o convívio comunitário. A iniciativa conta com o apoio do Secretário de Esportes, Afonso Barbosa, e reforça o compromisso da administração municipal em proporcionar mais qualidade de vida à população.

Para o prefeito Kauan Berto, a ampliação do Movimenta Cajamar faz parte de um conjunto de ações voltadas para incentivar a prática esportiva em todas as regiões da cidade. “Queremos transformar Cajamar em um município cada vez mais ativo e saudável, proporcionando mais oportunidades para a população praticar esportes e cuidar da saúde”, destacou o prefeito.

Confira a programação e participe! ✅

???? POLVILHO (Campo do 12) – Rua Cravinhos, 40

???? Segunda: Ritmos (Lu Domingues)

???? Terça: Funcional (Marcio)

???? Quarta: Ritmos (Lu Domingues)

???? Quinta: Funcional (Matheus)

???? Sexta: Funcional (Marcio)

???? JORDANÉSIA (Parque Cajamar Feliz) – Rua Ver. Mário Marcolongo, 467

???? Segunda: Funcional (Marcio)

???? Terça: Ritmos (Bruna)

???? Quarta: Funcional (Marcio)

???? Quinta: Ritmos (Lu Domingues)

???? Sexta: Funcional (Matheus)

???? PONUNDUVA (Centro Cultural) – Rua Utinga, 122

???? Terça: Ritmos (Lu Domingues)

???? Quinta: Funcional (Marcio)

???? SÃO BENEDITO (EMEB Guilhermina do Couto) – Rua Vila Nova, 446

???? Terça: Funcional (Leandro)

???? Quarta: Ritmos (Bruna)

???? CAJAMAR CENTRO (Ginásio Centro)

???? Segunda: Ritmos (Bruna)

???? Terça: Funcional (Matheus)

???? Sexta: Ritmos (Lu Domingues)

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barrada,-bet-que-patrocina-time-da-serie-b-encerra-operacoes-no-brasil

A Dafabet, que patrocina o Guarani e está fora da lista de bets autorizadas pelo governo, anunciou que não vai mais atuar no Brasil.

A casa de apostas informou que vai encerrar suas operações no país a partir desta quinta (10). O comunicado foi publicado na plataforma da empresa e nas redes sociais.

A Dafabet acrescentou que os pedidos saque devem ser enviados até terça-feira da semana que vem (15). A bet pediu para que os usuários retirem eventual saldo restante “o mais rápido possível”.

Ela é uma das duas bets patrocinadoras de times das Séries A e B que ainda estão barradas de operar no país. Além dela, a Reals tem parceria com Amazonas e Coritiba e também está vetada. A Dafabet foi anunciada como patrocinadora máster do Guarani em julho.

Três casas de apostas que patrocinam clubes das elites nacionais foram incluídas na lista de autorizadas na última terça (8). A Esportes da Sorte (com vínculos com Athletico-PR, Bahia, Corinthians, Grêmio e Ceará) e a Betvip (Sport) receberam liberação parcial de operarem no Rio de Janeiro, enquanto a Stake (Juventude), foi autorizada nacionalmente.

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Grécia está em choque após a trágica morte de George Baldock, jogador do Panathinaikos. De acordo com o portal grego Sport.24, o atleta foi encontrado morto nesta quarta-feira na piscina de sua casa, em Glyfada. Até o momento, o clube ainda não se pronunciou oficialmente sobre o incidente, mas a Federação Grega de Futebol já lamentou profundamente o ocorrido.

Baldock, de 31 anos, havia sido dado como desaparecido após buscas incessantes conduzidas por sua esposa e sua mãe. O corpo foi encontrado na noite de quarta-feira, próximo a uma garrafa de bebida alcoólica, justamente no dia do aniversário de sua filha, segundo a mesma publicação.

O jogador, que fez parte da seleção grega nas eliminatórias do Euro 2024, não foi convocado para o recente duplo compromisso da Liga dos Campeões pelo técnico Gustavo Poyet. Baldock havia deixado o Sheffield United, clube pelo qual atuou por sete temporadas, durante o verão passado para retornar à Grécia, onde encerrou sua trajetória tragicamente.

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florada-do-ipe-encanta-moradores-e-colore-presidente-prudente-no-inverno;-veja-fotos


Ipê-rosa florido na Vila Iolanda, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
A chegada do inverno anuncia um espetáculo da natureza: a florada dos ipês começou, encantando os olhos e colorindo o caminho das pessoas que passam pelas ruas e praças de Presidente Prudente (SP).
A reportagem do g1 circulou na tarde desta terça-feira (4) por bairros em todas as regiões da cidade e fez o registro fotográfico das belas árvores.
A vez é do ipê-rosa. A cada parada, uma cena mais linda do que a outra. Cada lugar com seu encanto e as flores dão o toque charmoso.
É impossível não se impressionar com o impacto da natureza.
O prudentino Orlando Luís, que esperava a filha sair de um curso, na Vila Iolanda, explicou que fica deslumbrado com a espécie.
“É muito lindo. Na minha casa, tinha um, mas caiu um raio e abriu no meio, mas era lindo demais. Eu tenho uma casa com um ipê-branco e um amarelo. É uma obra perfeita. Só Deus para ter uma coisa dessa”, disse ele ao g1.
Florada de ipês encanta Presidente Prudente; VEJA GALERIA DE FOTOS
‘Espécies nativas’
Em entrevista ao g1, nesta terça-feira, o biólogo Luiz Waldemar de Oliveira explicou que os ipês, normalmente, dão uma florada por ano. Apesar disso, o profissional mencionou que já observou alguns ipês-brancos (Tabebuia roseo-alba) florescerem mais de uma vez durante o período.
“Geralmente, o ipê-branco tem uma florada bem robusta e pode ter uma segunda florada menor. Dependendo da espécie, os ipês florescem num determinado período. [O florescimento] ocorre nestes meses, [a partir de] maio. Alguns indivíduos florescem até em outubro. A floração é estimulada pelo fotoperíodo, temperatura e chuvas. O estímulo é por dias mais curtos, temperaturas mais amenas e moderada pluviosidade. Estes fatores são determinados por seleção natural ao longo de milhares de anos”, argumentou ao g1.
De acordo com o biólogo, os ipês são nativos, em sua maioria, de áreas de Cerrado.
“O ipê-roxo [Handroanthus impetiginosus] e o amarelo [Handroanthus albus] são abundantes de nossa região, há uma abundante população, por exemplo, na reserva do [Parque Estadual do] Morro do Diabo. O ipê-branco também é comum no Cerrado. Existe uma espécie de ipê, o ipê-de-el-salvador (Tabebuia rosea), nativo da América Central, também muito abundante em nossa cidade. Este ipê alcança até 20 metros de altura, as flores geralmente se localizam nas extremidades dos galhos, e não perde totalmente suas folhas durante a floração. Suas flores são grandes, com 5 pétalas, e possuem uma tonalidade mais rosa”, acrescentou Oliveira.
Ipê-rosa no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
‘Cada cor tem seu período de florada’
O biólogo e professor André Gonçalves Vieira ressaltou ao g1 que o ipê “é uma árvore de desenvolvimento rápido, que consegue fazer uma regeneração de uma área degradada com maior rapidez”.
“Ele possui uma relação de fundamental importância na fauna devido a várias espécies de animais o usarem como alimento e abrigo, além de ajudarem na polinização de outras plantas”, complementou.
Ipê-rosa no Jardim das Rosas, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ainda segundo Vieira, “existem mais de 100 espécies de ipês e, dentre essa variedade, existem as espécies que ocorrem em nossa região que possui dois biomas, sendo o bioma de Mata Atlântica e o de Cerrado”.
“Cada cor de ipê tem seu período (mês) de florada no ano. Os ipês florescem neste período devido à adaptação à baixa taxa de umidade no ar. Isto também proporciona uma menor competitividade, porque poucas espécies botânicas florescem neste período”, concluiu Vieira ao g1.
Ipê-rosa na Vila Cláudia Glória, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
De acordo com o biólogo Luiz Waldemar de Oliveira, as cores são “determinadas geneticamente, não havendo registro de intercruzamento entre as diferentes espécies na natureza”.
“Dependendo da cor, determinados animais são atraídos. O ipê-amarelo atrai grandes abelhas e beija-flores, sendo um importante recurso alimentar nesta época do ano. O ipê-branco atrai principalmente abelhas nativas sem ferrão. O ipê-roxo também oferece alimentos a várias espécies de aves, como beija-flores e outras aves nectarívoras. É um importante recurso alimentar para abelhas de várias espécies, tanto exóticas quanto nativas”, pontuou ao g1.
Arborização urbana
Com exceção do ipê-de-el-salvador, que, ainda conforme o biólogo Luiz Waldemar de Oliveira, foi introduzido em Presidente Prudente, as espécies encontradas nos fragmentos de Mata Atlântica da cidade são nativas.
“O ipê, na arborização urbana, é uma espécie relevante. São espécies nativas, adaptadas ao clima, resistentes a doenças e pragas e proporcionam um enriquecimento na paisagem urbana com suas exuberantes florações. As suas sementes são dispersadas pelo vento e várias espécies de aves e abelhas, nesta época do ano, obtêm o alimento para a sua sobrevivência”, finalizou Oliveira ao g1.
Ipê-rosa na Avenida Ana Jacinta, na Cohab, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Conjunto Habitacional Ana Jacinta, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Conjunto Habitacional Ana Jacinta, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Humberto Salvador, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Humberto Salvador, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa na Vila Claudia Glória, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Conjunto Habitacional Ana Jacinta, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa na Vila Furquim, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa na Vila Furquim, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Petrópolis, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Petrópolis, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Petrópolis, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa na Vila Furquim, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Conjunto Habitacional Ana Jacinta, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Petrópolis, em Presidente Prudente (SP)
Leonardo Jacomini/g1
Ipê-rosa no Jardim Petrópolis, em Presidente Prudente (SP)
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Ipê-rosa no Conjunto Habitacional Ana Jacinta, em Presidente Prudente (SP)
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