Quando é a Black Friday em 2026? Veja data e dicas para não cair em ciladas

Mas todo mundo já sabe que nem todo desconto é real, o que já levou o período a ser apelidado até de “Black Fraude”. Para não cair em ciladas, a primeira dica é começar a acompanhar o preço dos produtos quanto antes. No final de agosto, uma pesquisa do Google indicou que 48% dos consumidores chegarão à Black Friday com a lista de compras definida e 41% pretendem gastar mais que em 2025. Diz a pesquisa que 15% dos entrevistados “dizem que vão usar a inteligência artificial para pesquisar, monitorar preços e avaliar” se uma promoção compensa. Além disso, 60% dos pesquisados consideram a Black Friday a única data que vale a pena para comprar itens de alto valor. Como não cair em ciladas na Black Friday? O Procon-SP recomenda iniciar agora a pesquisa pelos produtos desejados na Black Friday para o consumidor conhecer os valores médios, já que não existe tabelamento de preços no Brasil. O órgão alerta ainda que a prática de vender na data pela “metade do dobro do valor” é abusiva e deve ser denunciada. É preciso apresentar documentos, como captura das telas que mostram a mudança de preço, na denúncia ao Procon. A consulta pode ser feita por conta própria, diretamente nos sites das lojas, ou com o auxílio de buscadores especializados. Vale lembrar que essa estratégia de comparação funciona melhor para produtos que seguem uma padronização, como eletrônicos e eletrodomésticos. Outros, como roupas, são mais difíceis de comparar, já que cada loja produz ou vende modelos diferentes. Algumas das principais ferramentas de busca disponíveis na internet são: BondFaroBuscapéGoogle ShoppingJáCoteiZoom Outra recomendação do Procon é fazer listas de compras para a Black Friday e para o Natal. Tudo para evitar compras por impulso. Se o preço estiver realmente atraente, é bom prestar atenção nas condições de pagamento oferecidas, nas taxas de juros cobradas e nos prazos para quitação. Desconfiar sempre também é uma dica. Verifique se a loja tem reclamações em sites como Consumidor.gov e Reclame Aqui e dê preferência a fornecedores que informam canais de atendimento, CNPJ e endereço físico. Por fim, avalie se o produto, mesmo em oferta, realmente cabe no seu orçamento e se é uma necessidade. Agora no g1

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