O presidente do PT, Edinho Silva, negou que a campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) discuta a troca de ministros até o segundo turno como uma forma de melhorar a avaliação do presidente. A declaração foi feita após uma reunião entre o presidente, membros da campanha e políticos aliados em um hotel no centro de Brasília, nesta segunda-feira (5). “Nunca conversamos sobre isso, na campanha nunca falamos sobre isso. Nomear ministro é uma atribuição do presidente da República, mas isso nunca foi tratado em campanha e acho que é muito estranho você falar em mudança ministerial num segundo turno de campanha”, disse Edinho. O presidente do PT voltou a dizer que Lula pretende fazer reformas no Supremo Tribunal Federal (STF). A campanha avalia que a crise na Corte afetou diretamente o desempenho do petista no domingo (4). “Esse Poder Judiciário que está aí não é o que a sociedade brasileira espera.” Edinho afirmou também que a campanha está aberta ao diálogo com a governadora reeleita de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD). Ela decidiu manter neutralidade na campanha presidencial, motivada pelo apoio explícito de Lula ao rival derrotado no domingo, João Campos (PSB). A posição de Raquel é um desafio para Lula, que quer ampliar a votação no Nordeste para virar a eleição sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL). Renan Santos nega ter sido procurado para fazer alianças e lista prioridades após 1º turno Ex-candidato à Presidência afirmou que também não recebeu contato do Centrão e que pretende se dedicar à estruturação do Missão e a outros projetos. Renan Santos ainda reconheceu a força do bolsonarismo e declarou que “não existe direita sem Bolsonaro” Estadao Conteudo | 08:30 – 06/10/2026
