Esta sobremesa pode ajudar a proteger o cérebro e a combater a demência

O chocolate amargo pode ser mais do que um simples prazer para os amantes de doces. Rico em flavonóis e antioxidantes, pode trazer benefícios para a saúde do cérebro e ajudar a preservar a função cognitiva © Shutterstock Falhas na memória ou dificuldade em realizar tarefas básicas à medida que a idade vai passando pode fazer parte normal do processo de envelhecimento, mas nem sempre.  Em alguns casos é sinal de uma condição mais séria, como a demência. “A demência é um declínio na função cerebral que leva à confusão, perda de memória, alterações de humor e, em alguns casos, perda ou declínio das funções corporais”, afirma a nutricionista Laura M. Ali ao EatingWell.  Embora a genética e a idade desempenhem um papel no risco de demência, existem outros fatores no estilo de vida, como a dieta, sono e exercício físico também estão ligados ao diagnóstico.  No que a isto diz respeito, o website destaca as propriedades benéficas do chocolate amargo.  Chocolate amargo ajuda na função cognitiva: Como? Rico em antioxidantes Tal como outras plantas, o cacau contém compostos vegetais chamados flavonóis, que possuem propriedades antioxidantes.  “Estes flavonóis têm propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias e são conhecidos por promover o fluxo sanguíneo e manter os vasos sanguíneos saudáveis”, afirma a nutricionista Ghida Arnaout.  Os flavonóis do cacau podem ser benéficos para o cérebro, uma vez que ajudam a proteger contra a perda de neurônios e outras formas de inflamação cerebral. “Protegem as células contra danos oxidativos e reduzem a inflamação em todo o corpo e cérebro”, afirma a dietista Anne Danahy. Pode auxiliar na função dos vasos sanguíneos “Um dos principais benefícios dos flavonóis do cacau é a proteção dos vasos sanguíneos, permitindo que relaxem e se dilatem mais facilmente à medida que o sangue flui”, afirma Danahy. “Com vasos sanguíneos mais saudáveis, o fluxo sanguíneo para o cérebro melhora, permitindo que mais oxigênio e nutrientes cheguem às células cerebrais, além de facilitar a remoção de resíduos. Isto é importante para reduzir o risco de demência, pois a restrição de sangue e oxigênio pode danificar células ou partes do cérebro, desencadeando declínio cognitivo ou demência vascular”. Pode reduzir o risco de resistência à insulina Alguns estudos demonstraram um efeito protetor contra a resistência à insulina com uma dieta rica em flavonóis. Quando os níveis de insulina estão muito altos, o fluxo sanguíneo pode ficar restrito, o que afeta a função cerebral.  Embora pesquisas tenham encontrado uma associação entre resistência à insulina e saúde cognitiva, o mecanismo pelo qual a resistência à insulina afeta a função cognitiva e a demência ainda continua a ser estudado. Leia Também: Neurologistas explicam a enxaqueca e o que muda com novo tratamento Escolha o Notícias ao Minuto como fonte preferida no Google Receba as nossas notícias com mais destaque sempre que pesquisar no Google.

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