Falta de ar e cansaço? Entenda quando pode ser insuficiência cardíaca

Cansaço extremo, falta de ar, inchaço e palpitações podem indicar dificuldade do coração para bombear sangue. A condição é crônica, exige acompanhamento médico e pode ter diferentes níveis de gravidade © Shutterstock A insuficiência cardíaca é uma condição crônica e grave que exige acompanhamento médico contínuo. Reconhecer os sintomas e conhecer os principais fatores de risco pode ajudar no diagnóstico precoce e no controle da doença.  Segundo o SNS24, a insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue bombear sangue em quantidade suficiente para atender às necessidades do organismo ou quando apresenta dificuldade para relaxar e receber o sangue adequadamente. Com isso, órgãos e tecidos podem deixar de receber o oxigênio e os nutrientes necessários para funcionar corretamente. A doença pode ser classificada de acordo com a Fração de Ejeção do Ventrículo Esquerdo, medida obtida por exames de imagem que indica a capacidade do coração de impulsionar o sangue para o corpo. Na insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, esse índice fica abaixo de 40%, o que indica comprometimento importante da função de bombeamento. Quando o resultado varia entre 40% e 49%, a condição é considerada de fração de ejeção intermediária. Já na insuficiência cardíaca com fração de ejeção preservada, o coração mantém a capacidade de bombeamento dentro dos níveis esperados, embora possa apresentar dificuldade para relaxar e se encher de sangue. Entre os sinais que merecem atenção estão cansaço intenso, falta de ar, palpitações frequentes, inchaço nas pernas ou no abdômen, aumento da vontade de urinar durante a noite, tontura, desmaios e ganho de peso sem explicação. A falta de ar também pode piorar ao deitar, levando a pessoa a precisar de mais travesseiros para dormir. A presença desses sintomas não confirma a doença, mas deve ser avaliada por um profissional de saúde. Doenças das artérias coronárias, infarto e hipertensão estão entre os principais fatores de risco. Colesterol elevado, diabetes, obesidade, tabagismo, sedentarismo, histórico familiar de problemas cardíacos e alterações genéticas também podem aumentar a probabilidade de desenvolver a condição. O tratamento varia conforme o tipo e a gravidade da insuficiência cardíaca. Mudanças na alimentação, prática de atividade física sob orientação, abandono do cigarro e uso correto dos medicamentos costumam fazer parte do cuidado. Em alguns casos, podem ser necessários procedimentos como cateterismo ou implantação de dispositivos cardíacos. Quando a doença está em estágio avançado e não responde às demais opções, o transplante de coração pode ser considerado. Azia frequente pode ser sinal de câncer agressivo; veja os alertas Especialistas alertam que sintomas como queimação persistente, dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação e indigestão recorrente podem indicar câncer de esôfago, doença que tem maiores chances de cura quando diagnosticada precocemente Notícias ao Minuto | 03:30 – 29/06/2026 Escolha o Notícias ao Minuto como fonte preferida no Google Receba as nossas notícias com mais destaque sempre que pesquisar no Google.

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