Jorge Ben Jor se emociona e leva público ao delírio em show cheio de alquimia

Ben Jor subiu ao palco vestindo branco e com seus habituais óculos escuros, nada tímido. Saudou o público com um afetuoso “boa noite, São Paulo” e pediu licença para mostrar sua poesia. © Divulgação REGIANE SOARESSÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O cantor Jorge Ben Jor fez sua alquimia musical neste sábado (17) em show que colocou 50 mil pessos para dançar e se emocionar no Nubank Parque, em São Paulo. Ben Jor subiu ao palco vestindo branco e com seus habituais óculos escuros, nada tímido. Saudou o público com um afetuoso “boa noite, São Paulo” e pediu licença para mostrar sua poesia. Após um breve prelúdio, animou o público para dançar com a música “A Banda do Zé Pretinho”. “Santa Clara, Clareou”, “Zazueira” e “Que Maravilha” vieram na sequência. E assim foi, um sucesso após o outro em duas horas e meia de show. Apesar de o público ensaiar um “olê, olê, olê, olá, Lula, Lula” antes do show e no intervalo entre algumas canções, Ben Jor não se manifestou politicamente durante a apresentação. O cantor fez algumas demonstrações de amor ao público paulistano. Uma delas foi durante a música “Alcohol”. Ele aproveitou o refrão e disse “eu gosto tanto de vocês”. Levou as mãos à cabeça e chorou. O público foi ao delírio. A apresentação de Ben Jor vem na esteira de shows de outros grandes nomes da MPB, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Djavan e Ney Matogrosso. Todos com ingressos esgotados. A diferença é que Ben Jor não saiu em turnê pelo país como os colegas. O próximo show na agenda do artista será no festival Rock The Montain, em Petrópolis (RJ), entre os dias 30 de outubro e 8 de novembro. Quando o show em São Paulo foi anunciado, em maio deste ano, Ben Jor não concedeu entrevistas. E disse na nota de divulgação da apresentação que “o palco é o lugar onde a música se completa”. E demonstrou o desejo de se conectar com o público para uma conexão profunda. “Uma dimensão que só o calor do público proporciona”, afirmou na nota. A noite deste sábado foi um privilégio para o público paulistano. As 50 mil pessoas que lotaram o estádio na zona oeste de São Paulo puderam reviver os mais de 60 anos de carreira do astro da música brasileira. Sim, ele é popular, mas não apenas isso. Desde “Mas Que Nada”, o primeiro sucesso lançado em 1963, Ben Jor ainda desafia quem tenta enquadrá-lo em um ritmo ou um estilo musical. Ben Jor confundiu até mesmo os músicos que tocavam com ele no início da carreira. Na época, o artista era da turma da jovem guarda ou da bossa nova. Ele não era nenhum dos dois. Misturou samba, soul rock e funk e botou todo mundo para dançar com muito suingue. E ainda incluiu letras que falam de amor, humor, esoterismo e sátira. A verdadeira alquimia benjoriana. Fernanda Lima e Rodrigo Hilbert acompanham desfile do filho João na São Paulo Fashion Week “Lindo da mãe”, gritou a apresentadora ao ver o rebento atravessando a passarela com um conjunto de short e camisa bege, complementado por um sobretudo acobreado. O look também incluia vários cintos finos e sapato social e meias pretas. Folhapress | 12:24 – 18/10/2026 Escolha o Notícias ao Minuto como fonte preferida no Google Receba as nossas notícias com mais destaque sempre que pesquisar no Google.

Postagens relacionadas

BB recebe até 31 de outubro inscrições para projetos de impacto social

Pescadoras brasileiras recebem título de heroínas em premiação da FAO

Roda de Choro apresenta Grupo Tamoio em homenagem a Ernesto Nazareth