De acordo com a edição americana do jornal britânico “The Mirror”, um juiz havia determinado, horas antes do crime, que a guarda da menina ficaria com o pai, o americano Aaron Savella. A decisão encerrou uma disputa judicial que se prolongava desde a separação do casal, iniciada em 2022. © Reprodução / Redes Sociais Uma brasileira de 35 anos é suspeita de matar a própria filha, de quatro anos, e depois atirar contra si mesma poucas horas após perder na Justiça dos Estados Unidos uma disputa pela guarda da criança. O caso aconteceu em Houston, no Texas, na tarde da última terça-feira (29). Segundo a polícia, Cibelle Savella atirou contra a menina, identificada como Vivian, e, em seguida, disparou contra si mesma. A criança morreu no local, enquanto a mãe foi levada ao hospital e morreu no dia seguinte. De acordo com a edição americana do jornal britânico “The Mirror”, um juiz havia determinado, horas antes do crime, que a guarda da menina ficaria com o pai, o americano Aaron Savella. A decisão encerrou uma disputa judicial que se prolongava desde a separação do casal, iniciada em 2022. A determinação judicial também estabelecia que Cibelle não poderia conversar com a filha em português sem a presença de um supervisor que compreendesse o idioma. No momento dos disparos, outras duas pessoas estavam na residência: o atual companheiro de Cibelle e uma babá. Nenhum dos dois ficou ferido, segundo as informações divulgadas sobre o caso. Disputa pela guarda Documentos judiciais citados pela revista espanhola “Marca” indicam que Cibelle pediu o divórcio em 2022. A separação foi finalizada em 2024, mas a disputa pela guarda da filha continuou sendo discutida nos tribunais. A decisão que concedeu a guarda ao pai foi tomada poucas horas antes do crime. Aaron Savella aguardava a transferência da guarda da menina depois da determinação judicial. Os advogados de Aaron afirmaram ao “The Mirror” que o pai seguiu as determinações estabelecidas durante o processo e aguardava o cumprimento da decisão. “Aaron fez tudo o que a lei exige de um pai que tenta proteger sua filha. Confiou nos tribunais, cumpriu todas as decisões e esperou o processo seguir seu curso”, afirmaram os representantes legais ao jornal britânico. Os advogados também disseram que Aaron está “devastado” com a morte da filha. Cronologia do caso A disputa familiar teve início após o pedido de divórcio apresentado por Cibelle em 2022. Embora a separação tenha sido concluída em 2024, a definição sobre a guarda de Vivian permaneceu em discussão judicial. Na terça-feira (29), um juiz decidiu conceder a guarda da criança ao pai. A determinação ocorreu poucas horas antes dos disparos na residência em Houston. Segundo a polícia, Cibelle atirou contra Vivian durante a tarde e depois disparou contra si mesma. A menina morreu ainda no local. A mãe foi socorrida e encaminhada para um hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte. A investigação envolve a morte da criança e o disparo contra a própria Cibelle. As informações divulgadas apontam que o atual companheiro da brasileira e a babá estavam na residência quando os tiros aconteceram, mas os dois não foram atingidos. Leia Também: Mãe mata filha bebê com 15 facadas e esconde corpo em máquina de lavar Escolha o Notícias ao Minuto como fonte preferida no Google Receba as nossas notícias com mais destaque sempre que pesquisar no Google.