A polêmica começou após a circulação de um trecho de entrevista em que Mbappé foi questionado sobre seu meme favorito. O jogador mencionou um vídeo de um homem que, segundo ele, seria um ditador chinês. Na sequência, aparece uma montagem que coloca o rosto do atacante no corpo de Mao Tsé-Tung, líder da revolução comunista chinesa e fundador da República Popular da China. Em resposta à repercussão, Mbappé afirmou que suas palavras não tinham a intenção de ofender o povo chinês e manifestou respeito pela população e pela história do país. A crise levou ao menos três empresas chinesas a anunciarem o encerramento de acordos comerciais com o atacante do Real Madrid. Em comunicado, Mbappé classificou sua declaração como inadequada, afirmou que não pretendia magoar ninguém e expressou “profundo respeito” pelo povo chinês. Marcas que romperam com o craque A fabricante de bebidas Dongpeng, a empresa de laticínios Mengniu e a produtora de queijos Milkground anunciaram o fim de acordos com o jogador. As empresas afirmaram que se opõem a declarações e atitudes que ferem o sentimento nacional chinês, mas não detalharam diretamente o que motivou suas decisões. A repercussão do caso também chegou à rede social chinesa RedNote, que informou que retiraria materiais promocionais relacionados ao jogador. Segundo a plataforma, a parceria de conteúdo com Mbappé havia terminado em dezembro de 2024. A repercussão também ganhou força nas redes sociais chinesas. Na plataforma Weibo, assuntos relacionados ao encerramento das parcerias e a pedidos de boicote ao jogador apareceram entre os temas mais comentados. ➡️ A televisão estatal chinesa suspendeu as transmissões de todas as partidas e eventos envolvendo a LaLiga e Mbappé, e todos os anúncios publicitários com o jogador foram retirados, informou na terça-feira o veículo de comunicação The Paper, apoiado pelo Estado. Com gols de Mbappé e Dembélé, França elimina Marrocos e se garante nas semis da Copa
