Trump diz que termo ‘inteligência artificial’ não é bom e cria enquete para mudar nome da tecnologia

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a falar sobre inteligência artificial em sua rede social, a Truth Social. Desta vez, ele propôs mudar o nome da tecnologia e criou uma enquete para que seus seguidores escolham uma nova opção. Trump, porém, não explicou como a alteração seria feita nem se o setor de IA concorda com a possível mudança. Segundo ele, o termo “inteligência artificial” não é bom e é “pouco eloquente”. Na enquete, Trump apresentou três opções: Inteligência Superior (IS), Inteligência Extrema (IE) ou Inteligência Suprema (IS). Post de Trump sobre mudar o nome da inteligência artificial. — Foto: Reprodução “Muitas pessoas acham que as palavras ‘Inteligência Artificial’ são imprecisas e muito pouco eloquentes em relação à IA, ou Inteligência Artificial”, disse o republicano. “Esta é uma enquete, e eu agradeceria que todos votassem! Qual é o melhor nome para essa ‘Revolução’ em constante crescimento?”, completou. 🔎 A Inteligência artificial existe há pelo menos 80 anos. Ela é um conjunto de soluções que, por meio de computadores e máquinas, realiza diversas funções avançadas, podendo analisar dados, entregar previsões, recomendações, traduzir e criar coisas. Mais tarde, Trump fez uma nova publicação dizendo que está criando uma “Força de IA” para supervisionar a regulamentação da tecnologia e que nomeará um “czar” da IA em breve. Ele, porém, não detalhou quem ocupará o cargo. Trump compara preocupações sobre IA com mudanças climáticas O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em comício no dia 21 de agosto de 2026 — Foto: REUTERS/Evan Vucci Em uma publicação recente, ele afirmou que as pessoas que alertam que a IA pode destruir o mundo e que a construção de data centers é prejudicial às comunidades são as mesmas que, no passado, diziam que o planeta seria “extinto” pelas mudanças climáticas. “Essa farsa nunca funcionou para eles, e agora estão passando para a próxima”, escreveu Trump. O presidente também afirmou que essas pessoas seriam “revolucionários”, mas estariam defendendo uma “causa ruim e maligna”. O discurso também foi defendido por executivos de empresas que concorrem com a Anthropic, como Sam Altman, CEO da OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT; Elon Musk, dono do X e da empresa de IA xAI; e Demis Hassabis, presidente do Google DeepMind. iPhone Duo: Apple lança seu primeiro celular dobrável ‘Parece lixo de IA’: por que plataformas agora estão ‘dedurando’ conteúdos feitos com IA

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