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Petrobras eleva querosene de aviação em 18% a partir desta sexta

por Redação
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Alta equivale a R$ 1 por litro e ocorre em meio à pressão do petróleo após tensões no Oriente Médio; estatal prevê parcelamento de parte do reajuste para mitigar impactos no setor aéreo. Petrobras anunciou alta de 18% no querosene de aviação (QAV) a partir de 1º de maio, impactando diretamente distribuidoras e o custo operacional do setor aéreo. O reajuste representa acréscimo de R$ 1,00 por litro em relação ao preço anterior, segundo comunicado divulgado pela estatal nesta sexta-feira. A empresa atribui o aumento a um “contexto excepcional” ligado a tensões geopolíticas que pressionaram o mercado internacional de petróleo. Como medida para reduzir o impacto, a Petrobras permitirá o parcelamento de parte do reajuste em até seis vezes, com início dos pagamentos em julho de 2026. A alta do petróleo ocorre após conflitos envolvendo Irã, EUA e Israel, que afetaram o Estreito de Ormuz, rota por onde passa cerca de 20% do petróleo mundial. A Petrobras elevará o preço médio de venda de querosene de Aviação (QAV) a distribuidoras em 18% a partir desta sexta-feira (1º), informou a companhia em nota, citando um “contexto excepcional causado por questões geopolíticas”. O aumento da Petrobras corresponde a um acréscimo de R$ 1 por litro em relação ao preço do mês anterior. O comunicado aponta ainda que a Petrobras seguirá disponibilizando ao mercado uma opção de parcelamento de parte do reajuste em seis vezes, com a primeira parcela a ser paga em julho de 2026. “Essa medida visa preservar a demanda pelo produto e mitigar os efeitos do reajuste no setor de aviação brasileiro, assegurando o bom funcionamento do mercado”, completou. Os preços do petróleo vêm subindo desde que os Estados Unidos e Israel atacaram o Irã no fim de fevereiro, o que resultou no fechamento do Estreito de Ormuz e na interrupção do transporte de cerca de um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural liquefeito. Os ajustes do QAV da Petrobras ocorrem todo começo de mês, conforme previsto em contratos. Sede da Petrobras, no Rio de Janeiro. — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil Ops!

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