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gov.br e site da Receita Federal têm instabilidade; usuários reclamam nas redes

por Redação
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Por volta das 14h, a plataforma Downdetector, que monitora serviços digitais, registrava mais de 700 reclamações sobre o gov.br. A Receita Federal e o e-CAC, por sua vez, acumulavam mais de 100 reclamações. Reclamações sobre o gov.br — Foto: Reprodução/Downdetector Procurado pelo g1, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) afirmou que a plataforma gov.br está passando por períodos de instabilidade e que equipes técnicas trabalham para normalizar o serviço. O g1 também procurou pela Receita Federal. Em nota enviada às 16h45, o órgão afirmou que a instabilidade foi causada por uma falha no backbone, que é a rede principal de internet de uma operadora. “Após o redirecionamento dos links para outra operadora, os sistemas foram estabilizados. A Receita Federal acompanha a situação junto ao Serpro [prestador de serviços de tecnologia]”, acrescentou. Agora no g1 No fim do mês, contribuintes e empresas costumam recorrer ao gov.br e aos sistemas da Receita Federal para enviar declarações, pagar tributos e emitir documentos. Veja alguns dos relatos nas redes: Pequenos negócios vão escolher tributação As empresas enquadradas no Simples Nacional precisarão decidir até 30 de setembro como irão recolher os novos tributos criados pela reforma tributária: o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços). Quem não fizer a escolha permanecerá no modelo padrão, com os tributos recolhidos dentro do Documento de Arrecadação do Simples (DAS). A decisão, no entanto, não possui uma resposta única. A melhor alternativa depende do perfil de cada empresa, especialmente da relação entre compras, vendas e tipo de cliente atendido. Para negócios que vendem principalmente ao consumidor final, como padarias, salões de beleza, restaurantes e lojas de varejo, a tendência é que a manutenção dos tributos dentro do Simples Nacional seja mais vantajosa. Isso porque pessoas físicas não utilizam créditos tributários, reduzindo os benefícios do recolhimento separado. Já para empresas que compram muitos insumos e vendem para outras empresas, como pequenas indústrias, o cenário pode ser diferente.

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